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Desenvolvimento da agricultura no Contecc

Brasília, 12 de junho de 2015.

GT Contecc e coordenador da CCEAGRO, Kléber Santos, definem rumo de mesa-redonda a ser promovida durante evento
GT Contecc e coordenador da CCEAGRO, Kléber Santos, definem rumo de mesa-redonda a ser promovida durante evento

Responsável por discussões que envolvem a inovação acadêmica e de mercado em torno das diversas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea e Mútua, desde sua primeira edição, durante a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia no Piauí, no ano passado, o Congresso Técnico-Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc) 2015 começa a definir sua programação de mesas-redondas. 

Marcada para o dia 18 de setembro, a mesa sobre “O Futuro do Desenvolvimento Tecnológico da Agricultura Brasileira” terá como moderador o coordenador da Coordenadoria Nacional das Câmaras Especializadas de Agronomia (CCEAGRO), Kléber Santos, e trará para o evento uma palestra do presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), engenheiro agrônomo Maurício Antônio Lopes. Entre outros debatedores a confirmar, foi definida a participação do engenheiro agrícola Lineu Neiva Rodrigues, pesquisador da Embrapa Cerrados. A Soea e o GT Contecc serão realizados de 15 a 18 de setembro, em Fortaleza (CE).

“O papel fundamental da agricultura é garantir a segurança alimentar e nutricional às populações. Este painel descortinará os rumos da agricultura, diante de avanços tecnológicos muito grandes, dos últimos 50 anos. A produtividade hoje é muito maior, paralela ao avanço do uso racional de insumos e ao desenvolvimento da biotecnologia e da preocupação ambiental, em torno da sustentabilidade”, considera Kléber Santos.

Engenheiros agrônomos José Geraldo Baracuhy e Kléber Santos: inovações
Engenheiros agrônomos José Geraldo Baracuhy e Kléber Santos: inovações

Para o coordenador do Contecc, engenheiro agrônomo José Geraldo Baracuhy, o tema completa a proposta geral do Congresso Técnico-Científico, de integrar o conhecimento inerente à área tecnológica como um todo. “Ao falar do negócio agrícola, abrangemos outros interesses, outros eixos temáticos da tecnologia. Falamos de uma forma de atuação que não se refere apenas aos produtos alimentícios, mas a toda uma logística que envolve outros segmentos e outras intervenções da engenharia em geral”.

Assistência Técnica e Extensão Rural

No início do mês, o papel da agricultura familiar havia sido tratado pela CCEAGRO, em seu workshop anual, realizado em Vitória (ES). “Fizemos 22 encaminhamentos, visando aperfeiçoar o ‘novo’ Sistema de Assistência Técnica e Extensão Rural, como a efetiva implementação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e a criação de um fundo tripartite para financiar a Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural), nos moldes do Fundeb. Por sinal, diante da necessidade de discutir estes ajustes, estamos avaliando a possibilidade de convidar a Anater para participar desta mesa-redonda”. 

O levantamento, por parte dos Creas, das organizações que prestem serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural também foi encaminhado pela CCEAGRO. “Registramos ainda iniciativas para a conservação e o uso sustentável do solo e da água, sobretudo neste momento de crise hídrica. Tratamos nesse ponto do uso agrícola de resíduos gerados em estações de tratamento de efluentes industriais, ao incentivo ao associativismo e ao cooperativismo”.

Código Florestal Brasileiro

Outros profissionais estão sendo definidos para debater o desenvolvimento tecnológico da agricultura brasileira
Outros profissionais estão sendo definidos para debater o desenvolvimento tecnológico da agricultura brasileira

Outro encaminhamento da CCEAGRO, no workshop de Vitória, diz respeito ao Código Florestal Brasileiro. Foi encaminhado “que o Poder Público promova campanhas de implementação do Código Florestal Brasileiro, com atenção à necessidade de Responsável Técnico, visando à conservação e ao manejo sustentável do solo, inclusive com Ater prestada com presença de profissionais habilitados pelo conselho profissional”.

O código e especificamente o Cadastro Ambiental Rural (CAR), por ele criado, também vêm sendo discutidos pela CCEAGRO desde o workshop realizado no ano passado, em Aracaju. A participação dos profissionais da Agronomia no Cadastro, respeitando a Lei nº 5.194/1966, vem sendo cobrada pela Coordenadoria. Kléber Santos ressalta que o “código teve o mérito de ter sido feito em um processo democrático, procurando reverter uma situação de ineficácia do código anterior. Mas, em relação ao CAR, ele precisa deixar explícita sua aplicação à realidade por meio da atuação dos profissionais habilitados”.

Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea

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