Confea/Crea e Mútua

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Homenageados com a Medalha do Mérito

Vinícius Furtado Maia Nobre

17/08/2015

Aos 84 anos, o alagoano Vinícius Furtado Maia Nobre recebe o reconhecimento por sua atuação profissional e pelo muito feito em nome da união das profissões abrigadas no Sistema Confea/Crea e Mútua.

As centenas de alunos formados, a reconhecida assinatura em publicações traduzidas para vários idiomas, somam-se a primeira sede do Crea-AL, adquirida sob sua gestão como presidente e hoje um dos prédios históricos de Maceió e, principalmente, os estudos para as futuras gerações.

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Rogério Souza de Jesus

16/08/2015

Investigador nato, Rogério Souza de Jesus dedica-se há 33 anos à Engenharia de Pesca, mais precisamente aos estudos sobre gerenciamento de recursos pesqueiros e controle de qualidade do pescado de água doce da Amazônia.  

Nascido em 2 de junho de 1959, em Parintins (AM), Rogério abraçou a profissão no início da década de 80, quando concluiu a graduação em Fortaleza (CE) em 1982, e retornou a Manaus já atuando na Associação dos Engenheiros de Pesca do Estado do Amazonas (AEP-AM). Na época estavam fervilhando os preparativos para o III Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca (Conbep), realizado em 1983 na capital amazonense. 

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José Osvaldo Pontes

15/08/2015

Em mais de seis décadas de exercício da profissão, José Osvaldo Pontes tem sua trajetória marcada pela forte atuação no Nordeste, iniciando o processo de desenvolvimento daquela região. Essa atuação, que tanto enobrece a Engenharia, foi oficializada, em 2014, com a 1ª edição do Troféu Crea Ceará, que contemplou os dois engenheiros com mais tempo no exercício da profissão no Estado.  José Osvaldo Pontes tem 65 anos de registro profissional em prol da Engenharia e do desenvolvimento do País. O troféu, instituído pelo presidente do Crea-CE, engenheiro civil Victor Frota Pinto, premia, anualmente, personalidades do mundo da engenharia por seus relevantes serviços prestados ao setor.

Pontes se formou em Juiz de Fora (MG) e logo voltou para perto de seus familiares no Nordeste. Sua carreira teve início como engenheiro residente no Departamento Nacional de Estradas de Ferro (Dnef), onde foi responsável pela construção da estrada de ferro entre Piripiri e Parnaíba, no Piauí. O interior também foi lembrado pelo engenheiro, que participou do Programa Especial de Apoio ao Desenvolvimento da Região Semiárida do Nordeste (Projeto Sertanejo), na década de 70, que por meio de um grupo multidisciplinar – engenheiros, agrônomos, biólogos – prestava assessoria aos pequenos produtores rurais daquela região.

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José Joaquim Francisco Sommer

14/08/2015

“Tio Sonho”. Esse é o apelido que José Joaquim Francisco Sommer ganhou da sobrinha-neta Sofia. Casado com Maria Eleonor há 52 anos, Joaquim é pai de quatro filhos e avô de cinco netos. “Quando chega o fim de semana, junta a meninada toda, você pode imaginar a bagunça”, brinca. A vida de Sommer pode se resumir com a palavra “construção” – de uma grande família e de boa parte das pontes de Minas Gerais. 

Além de professor em três universidades – entre elas a Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade Federal de Ouro Preto -, José Joaquim trabalhou por cerca de 50 anos no Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), onde exerceu a função de chefe da Divisão de Pontes. Por conta do cargo, as mãos e cálculos de Sommer estão impressas em boa parte das pontes e viadutos de Belo Horizonte. Prestando assistência técnica para todo o Estado mineiro, Sommer conta que sua grande satisfação profissional foi consertar obras. “Era muito satisfatório quanto tinha uma obra encrencada e eu conseguia dar a solução. Por exemplo, quando eu projetava um reforço para pontes com recalque ou fissuras”.

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Alfredo Kingo Oyama Homma

13/08/2015

Esta história começa com um arbusto de juta plantado à beira do rio Andirá, em uma região que fica a três horas de barco do município amazonense de Parintins. A primeira muda de juta plantada no Brasil rendeu sementes para outros 200 pés. À época, não se sabia que os arbustos chegariam aos seus seis metros de altura. Responsável por trazer as primeiras sementes de juta que chegaram ao Brasil, o avô de Alfredo Homma, Ryota Oyama, estava, sem saber, começando a escrever a história do neto (e da economia do Norte do país). 

Utilizada na produção de sacarias para transporte de café, a juta - uma fibra têxtil vegetal - chegou a representar 30% da economia da região amazônica entre as décadas de 1930 e 1960, dando ignição econômica para os Estados do Amazonas e do Pará, junto à pimenta-do-reino, outro produto com grande relevância econômica para o Norte do país. Hoje, Alfredo Homma se tornou referência acadêmica nos estudos das duas culturas. 

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