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Coordenadoria Nacional de Câmaras
Especializadas
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Seminário
esclarece finalidade e conceituação
do Sistema Confea/Crea
Os coordenadores regionais
de Câmaras Especializadas participam de
três encontros nacionais durante o ano. O
primeiro desses encontros sempre acontece em Brasília,
há 10 anos, desde que foram constituídas
legalmente pela Resolução 390/90 as
Câmaras Especializadas. Neste ano de 2001,
ocorreu de 14 a 17 de março, no Carlton Hotel.
Os coordenadores regionais
de Câmaras Especializadas e seus adjuntos
têm mandato de um ano – podendo ser
reeleitos consecutivamente para mais um –
e personificam para o Sistema Confea/Crea a ação
norteadora da fiscalização do exercício
profissional.
Essa rotatividade permite
que o Sistema tenha uma visão bem próxima
do mercado e das relações de trabalho
em função do que é vivido e
presenciado por quem compõe as câmaras
regionais – formadas e instaladas nos Creas
(Conselhos Regionais) e integrando cerca de mil
profissionais em todo o país.
Responsáveis diretos
pela definição de ações
e projetos para a fiscalização, esses
profissionais estão atentos ao mercado de
trabalho e cuidam do cumprimento da lei que criou
o Sistema Confea/Crea, a 5.194/66.
As oito Coordenadorias Regionais
de Câmaras Especializadas dos Creas têm
suas reuniões organizadas pela GA (Gerência
de Apoio ao Colegiado) – comandada por Otaviano
Batista – em conjunto com a CEP (Comissão
do Exercício Profissional), coordenada atualmente
pelo engº Agrimensor Reynaldo Sabadotto (Crea-MS).
No primeiro dia de trabalho
do primeiro encontro de 2001, os integrantes das
câmaras regionais elegeram novos ou reconduziram
ao cargo os coordenadores e seus adjuntos e estabeleceram
um calendário para as próximas reuniões
do ano.
No restante dos três
dias seguidos, relatos sobre a realidade do manuseio
e da aplicação de agrotóxicos
e o destino de suas embalagens, por exemplo, foi
discutida sob a ótica dos procedimentos a
serem adotados quando da fiscalização
do exercício profissional, ângulo pelo
qual todas as coordenadorias baseiam seu trabalho,
considerando as diversas características
de cada atividade.
Desses encontros, resultam
propostas e moções que são
enviadas à CEP que, por sua vez, encaminha-as
aos devidos fóruns, inclusive, em alguns
casos, ao Plenário Federal, para serem aprovadas.
Unidade de ação
No seminário apresentado por Otaviano Batista
– no último dia do encontro –,
os coordenadores ouviram sobre finalidade e conceituação
do Sistema Confea/Crea; hierarquia e trâmite
dos documentos; organização dos processos;
estrutura dos pareceres; estrutura do Conselho Federal
– que normatiza a fiscalização
do exercício profissional e julga os processos
em última instância – e dos Regionais
– que fiscalizam, com base na legislação
e em normas ditadas pelo Conselho Federal e julgam
em primeira e segunda instâncias – e
ainda tiveram uma aula sobre a legislação
profissional.
A apresentação
feita por Luciano Flor, funcionário lotado
na CEP, forneceu informações sobre
a criação, as atividades e os funcionamento
da comissão que homologa registros no exterior,
analisa processos por infração à
legislação, elabora propostas de resoluções
e decisões normativas – disciplinando
procedimentos e atribuições –,
além de analisar e encaminhar as demandas
oriundas das Coordenadorias Regionais.
Com a experiência de
quem lida com os mais diversos temas tratados na
casa, onde trabalha há 23 anos, Otaviano,
formado em Geologia, esclarece que “o objetivo
prespícuo do Sistema é preservar o
cumprimento ético e garantir a efetiva participação
de profissional habilitado nas obras e serviços,
visando à defesa da sociedade”, e que,
para alcançar esses objetivos, “é
preciso que o Sistema como um todo tenha unidade
de ação e decisão”.
Tratamento especial
Otaviano esclarece que, de todos os processos que
chegam ao Confea, recebem tratamento especial os
que envolvem acobertamento profissional, considerado
erro gravíssimo, e os que comprovam a irresponsabilidade
do profissional, como o que resultou na cassação
do registro profissional de Sérgio Naya.
A imperícia, caracterizada como acobertamento,
pode também levar à proibição
do exercício da profissão. |
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Reynaldo
Sabadotto |
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“é preciso que o Sistema como um todo tenha
unidade de ação e decisão” |
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Homenagem
a Mario Covas marcou abertura
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O engenheiro civil Mário
Covas, que começou sua vida profissional como
estagiário do Crea-SP e se tornou um dos governadores
paulistas mais respeitados, mereceu um minuto de silêncio
e pesar por seu falecimento ocorrido na primeira semana
de março, durante a solenidade de abertura
do I Encontro Anual das Coordenadorias de Câmaras
Especializadas dos Creas. Este ano, o evento reuniu
250 profissionais de todo o país, diretamente
envolvidos com a padronização de procedimentos
e a fixação de normas relativas à
fiscalização do exercício profissional,
tanto em empreendimentos quanto em obras e serviços.
Presidida pelo presidente do
Confea, engº Wilson Lang, a solenidade teve início
com a entrega do Certificado de Função
aos Coordenadores de Câmaras que findaram seus
mandatos relativos ao ano de 2000, precedida pelas
boas-vindas dadas aos participantes pelo coordenador
adjunto da CEP, Roberto Soliz (Crea-SE), e encerrada
com uma palestra do cardiologista, escritor e conferencista
Lair Ribeiro, O Sucesso não Ocorre por Acaso.
Ao fazer sua saudação,
o presidente do Crea-PB e do Colégio de Presidentes,
engº agrônomo Manoel de Almeida Duré,
reconheceu a importância das Câmaras Especializadas
”para a vitalidade dos Conselhos Regionais”,
opinião compartilhada pelo presidente do CDEN
(Colégio de Entidades), engº florestal
Fernando Bermeguy.
Rubrica –
Sem saber que horas mais tarde seria reconduzido ao
cargo de coordenador nacional das Câmaras Especializadas
dos Creas, o engº eletricista Sérgio Maurício
Cardoso (Crea-SE) ressaltou “que o trabalho
poderia ter rendido mais não fossem apenas
três as reuniões anuais” e sugeriu
a “criação de uma rubrica no orçamento
do Confea – a ser supervisionada pela CEP –,
o que dinamizaria a realização de mais
encontros e daria suporte para cobrir a insuficiência
de pessoal diante da demanda
atual”. Sérgio Maurício encerrou
sua explanação reconhecendo “os
esforços da atual presidência do Conselho
Federal em proporcionar melhores condições
de representatividade e trabalho das coordenadorias”.
“Anotei suas sugestões
e vamos estudá-las”, afirmou Wilson Lang,
que em seguida apresentou a nova composição
do Conselho Diretor, que tem como 1º e 2º
vice-presidentes o engº agrônomo Jaceguáy
Barros (Crea-RS) e o arquiteto Adolfo Maia (Crea-PA),
e é formado ainda pela engª civil Neuza
Trauzzola (Crea-SP) e os engºs florestal Álvaro
Garcia (Crea-ES) e agrícola Paulo Eustáquio
Nascimento (Crea-GO).
Lang falou sobre a composição
do Conselho Federal, “que deve nos atender e
manter o barco unido para alcançarmos nossos
objetivos através da transparência das
ações, a fim de que saibamos o que estamos
ou não fazendo”.
Resultados –
Traçadas de forma abrangente, Lang discorreu
sobre as atividades do Sistema Confea/Crea, que tem
um “planejamento estratégico a ser seguido
(ver matéria página 30), com a finalidade
de nortear os trabalhos para que resultem eficientes
e eficazes”.
Convocou todos a terem iniciativa
na resolução dos problemas, ressaltando
o princípio filosófico de sua gestão,
que planeja a atuação do Sistema com
base nas decisões apresentadas pelos CNPs (Congressos
Nacionais de Profissionais). “Essa postura política
não é imposta por nenhuma lei ou estatuto,
mas fruto da certeza de que é por meio da democracia
que atenderemos melhor aos milhares de profissionais
que representamos e à sociedade que defendemos.”
O presidente do Confea quer
uma participação mais efetiva da entidade
em questões profissionais como a Norma Regulamentadora
nº 4 (ver pág. 32) – que trata dos
serviços especializados em segurança
do trabalho – e sociais – como os desastres
ambientais, a poluição do meio ambiente,
a transposição das águas do rio
São Francisco –, “temas sobre os
quais temos promovido audiências públicas
e seminários estimulando o debate e enviando
nossas sugestões ao governo federal”.
Perspectivas –
Sem esquecer da pesquisa informal, realizada sobre
a avaliação de cursos e alunos formados
em Engenharia, Arquitetura e Agronomia, que aponta
para a necessidade de atualização na
habilitação profissional e a constante
atualização dos profissionais diante
do desenvolvimento tecnológico, Wilson Lang
considerou fundamental a padronização
dos procedimentos e normas para a fiscalização
da prática profissional. Isso para que “se
impeça o exercício ilegal e se proteja
a sociedade que está cobrando uma atuação
mais incisiva da instituição”.
Vendo boas perspectivas para
o desempenho do Sistema, Lang apontou para a realização,
em novembro, no Paraná, da 58ª SOEAA (Semana
Oficial da Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e
do IV CNP, que “reunirão cerca de 297
delegados representantes dos 850 mil profissionais
que atuam sob a sigla do Confea, e cerca de 2 mil
pessoas inscritas que terão participação
direta na decisão sobre os caminhos a serem
trilhados por nós, para cumprirmos nossos compromissos
com os profissionais e o Brasil”. (Ver entrevista
página 35.)
Palestra –
O Sucesso não Ocorre por Acaso foi a palestra
escolhida e apresentada pelo médico Lair Ribeiro,
que estimulou os participantes com desafios para a
definição de problemas e a conscientização
sobre a importância de cada uma das atividades
e dos segmentos do Sistema. |
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Jaceguáy
Barros |
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Engenharia
Civil terá manual didático
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A elaboração
de um manual didático – com abrangência
em todo o território brasileiro –, contendo
procedimentos que orientem a fiscalização
do exercício profissional dos engenheiros civis,
foi, na opinião do coor-denador nacional da
CNCEEC, Osvaldo Valinotti (Crea-GO), “o fato
a ser destacado” durante o primeiro encontro
anual do grupo, “sem deixar de citar a troca
de experiências que é o combustível
para que o trabalho das câmaras produza resultados
concretos”.
Valinotti adiantou ainda que
a revisão de algumas resoluções
normativas deverá alimentar boa parte da pauta
dos próximos encontros. Principalmente a da
Resolução 218 , elaborada e em vigor
desde 1973, “mas totalmente superada diante
das novas diretrizes curriculares que tornam as áreas
de sombreamento profissional mais escuras”,
afirma o coordenador, para quem este ano é
extremamente importante por diversas razões.
Para o Sistema, em função do IV CNP
(Congresso Nacional de Profissionais), e por representar
período pré-eleitoral, já que
em 2002 serão eleitos presidentes e conselheiros
regionais e federais, e para o país, já
que vamos eleger o presidente da República.
Só então, o 3º milênio terá
início”, define Valinotti, que é
professor da UFGO (Universidade Federal de Goiás). |
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Osvaldo
Valinotti |
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Especialistas
em Segurança do Trabalho defendem fiscalização
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Paralelamente ao encontro
anual das coordenadorias de Câmaras Especializadas
dos Creas, dez engenheiros, especialistas em Segurança
do Trabalho, reuniram-se em Brasília. Preocupados
com todas as atividades, especialmente as que oferecem
riscos à saúde, esses profissionais
querem aparelhar os Conselhos Regionais para a fiscalização
desse exercício profissional.
O engº eletricista, especialista
em Segurança do Trabalho, Reynaldo Barros,
conselheiro do Crea-RJ e presidente da Sobes (Sociedade
Brasileira de Engenharia de Segurança), quer
regularizar, junto ao Sistema Confea/Crea, a situação
não só das empresas, mas dos profissionais
especializados na matéria.
“É necessária
a realização de uma fiscalização
preventiva e educativa como uma das formas de expandir
a presença do Conselho no setor industrial,
visando aos cuidados com a manutenção
de caldeiras.” Como exemplo, lembra a campanha
realizada no Maranhão.
Para ele, é preciso
que o Sistema se antecipe, faça um reconhecimento,
avalie e controle todas as atividades que representem
risco ao trabalhador de qualquer nível, evitando
a exorbitância de atribuições.
“Definindo quais as
atividades passíveis de registro de ART, elaborando
um programa de treinamento e um manual determinando
os procedimentos da fiscalização do
exercício profissional em nossa área,
o Sistema deve avançar bastante. A atividade
é recente, e temos a oportunidade de projetar
critérios de fiscalização sem
vícios.”
A comissão de especialistas
elegeu como coordenadora a engª Alice Scholl
(Crea-RS) e engº Reynaldo Barros como adjunto
e definiu o calendário de seus encontros para
continuar o trabalho. |
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Reynaldo
Barros |
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CNCEEI
reformula procedimentos
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O engº Nelo Pisani (Crea-SP),
reeleito para mais um ano de mandato como coordenador
das Câmaras Especializadas de Engenharia Industrial
dos Creas, destacou que, durante os três dias
de trabalho, os 19 participantes elaboraram 60 sugestões
de pauta – a serem estudadas e aprovadas pelas
Câmaras Regionais – com ações
que devem preencher a agenda de 2001.
Pisani, que terá como
adjunto o engº industrial Francisco Machado (Crea-DF),
afirmou que a reeleição permitirá
a finalização de um manual contendo
artigos reformulados dos PNNs (Procedimentos Normativos
Nacionais), que se tornará instrumento legal
para a uniformização de normas e procedimentos
da fiscalização do exercício
profissional. |
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Nelo
Pisani |
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Câmaras
de Química querem ampliar área de atuação
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Enny Therezinha Martucci
(Crea-SP) e Fermin Luiz Camison (Crea-RS) são,
respectivamente, a coordenadora e o coordenador adjunto
da Câmara Nacional Especializada de Engenharia
Química – CNCEEQ – eleitos para
2001. Para Enny, o mais importante ocorrido no primeiro
encontro nacional foi a decisão de implantar
“definitivamente, em todo o país, os
procedimentos de orientação da fiscalização
do exercício profissional da área que
guarda características muito especiais”.
Ela explica que a fiscalização, na grande
maioria dos casos, acontece junto a indústrias,
“vamos agora, compartimentar as indústrias
afins, regulamentar os procedimentos e partir para
a ação”.
Outra das metas para este ano
é completar a instalação da Câmara
de Química em todos os Conselhos Regionais.
Atualmente, ela funciona nos Creas de MG, BA, PR,
RJ, SE e SP. |
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Enny
Therezinha Martucci |
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Arquitetos
visam à maior produtividade
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Privilegiando um bom planejamento
de trabalho, a Coordenadoria Nacional das Câmaras
Especializadas de Arquitetura (CNCEARQ) pretende chegar
à última reunião do ano (veja
Calendário) como a coordenadoria que apresentará
o maior índice de produtividade dos últimos
anos.
Para tanto, os 25 coordenadores
regionais – que elegeram José Wellington
(Crea-SE) e Alceglan Saldanha (Crea-MG), como seus
representantes - dividiram suas tarefas em sete Grupos
de Trabalho (GTs) que deverão apresentar os
resultados até o próximo mês de
dezembro.
• GT Fiscalização
– Objetivo: Sistematização, consolidação
e uniformização dos atos e normas sobre
fiscalização profis-
sional dos Creas.
• GT IV CNP (Congresso
Nacional de Profissionais) –Objetivo: Elaboração
de tese sobre o temário do IV CNP Ética
Profissional e Projeto Brasil.
• GT Acompanhamento
das Demandas do Confea – Objetivo: Análise
e acompanhamento das propostas e moções
apresentadas ao Conselho durante as reuniões
da
CNCEARQ.
• GT Censo dos Arquitetos
– Objetivo: Levantamento de informações
para atualização do Censo dos Arquitetos.
• GT Colégio Brasileiro
de Arquitetos (CBA) – Objetivo: Estudos sobre
a criação de entidade própria
de fiscalização do exercício
profissional.
• GT Consultas –
Objetivo: Análise a respeito das manifestações
formuladas pelo Confea (anteprojetos de Resolução
e Decisão Normativa).
• GT Ensino de Arquitetura
– Objetivo: Elaboração de estudos
sobre os cursos de Arquitetura existentes no país.
Os GTs trabalharão
paralelamente, realizando, se possível, reuniões
próprias e troca de correspondências
por meio de e-groups específicos e disponibilizando
as decisões às demais coordenadores
regionais para informação e sugestão,
também por meio de e-mails.
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José
Wellington |
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Poluição
de águas subterrâneas preocupa CNCEGM
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Eleitos para o mandato de
2001, os geólogos Augusto Gusmão e Leila
Issa Vilaça, respectivamente, coordenador e
coordenadora adjunta da Câmara Especializada
em Geologia e Minas, terão muito trabalho.
Entre as inúmeras tarefas,
reunir as propostas, vindas de todo o país,
para dar vida ao convênio assinado entre Confea
e DNPM – Departamento Nacional de Pesquisa Mineral
(ver matéria página 28), que, unindo
a finalidade dos dois órgãos, pretende
fiscalizar o exercício profissional da área.
O diretor-geral do departamento,
engº de Minas Petterson Guedes, apresentou para
os integrantes da CNCEGM, reunidos em Brasília,
o teor do convênio assinado em outubro de 2000
com o Confea. Segundo ele, num primeiro momento, “é
preciso realizar um levantamento para sabermos quantos
são, como e onde atuam os geólogos de
minas, conhecer as peculiaridades de cada região
onde a atividade é desenvolvida, para então
serem definidas as ações fiscalizadoras”.
Os 18 participantes da CNCEGM
analisaram ainda, na capital federal, a atuação
irregular de muitas prefeituras brasileiras, no que
se refere a cascalheiras e saibreiras, e elaboraram
propostas de ações preventivas mais
intensas, visando a diminuir a poluição
de águas subterrâneas.
Comissão Mista
Confea:
Geólogos Paulo Cesar Gonçalves, Waldir
Cassiano de Oliveira e o engº de Minas Antonio
Sérgio Ferrari.
DNPM:
Engº de Minas Petterson Guedes e os geólogos
Lourival Diniz Filho e Cláudio Hecht.
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Augusto
Gusmão |
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Manual
e vídeo ajudarão a divulgar a Agrimensura
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Para o coordenador nacional
das Câmaras Especializadas de Agrimensura, Walterwilson
Carvalho (Crea-PI), o primeiro encontro anual do grupo
foi muito produtivo e desde o primeiro dia apresentou
reflexos da abertura do evento, feita pelo médico
Lair Ribeiro. “O envolvimento dos participantes,
a colaboração e a disposição
em tentar resolver os problemas de fiscalização
da área foram reforçados pela palestra.”
Walterwilson destacou que,
entre os trabalhos desenvolvidos, a elaboração
de um manual atualizado e de abrangência nacional
– contendo regras para a uniformização
de procedimentos para a fiscalização
– tomou boa parte das discussões. “Agora,
cabe aos regionais adequar o documento considerando
suas características.”
Outra das deliberações
está voltada para a valorização
da profissão. “Solicitamos aos coordenadores
regionais que montem um Grupo de Trabalho, na área
de marketing, com o objetivo de preparar um vídeo
a ser apresentado nos cursinhos de pré-vestibular,
mostrando a importância da profissão,
as várias faculdades de Agrimensura e suas
estruturas, informações que apresentem
possibilidade de desenvolvimento e a realidade do
mercado de trabalho no Brasil.
Os 16 integrantes do grupo
– que tem como coordenador adjunto o geólogo
Francisco Meira (Crea-CE) – apresentaram, no
final dos trabalhos, 16 propostas e quatro moções. |
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Walterwilson
Carvalho |
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Anatel
e Aneel unem-se ao Confea
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“A efetiva incorporação
da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica)
e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)
na filosofia de fiscalização do exercício
profissional, nas empresas de energia e telecomunicações,
foi o fato mais importante ocorrido durante a reunião
das Câmaras Especializadas em Engenharia Elétrica,
afirmou seu coordenador, engº eletricista Sérgio
Maurício Cardoso (Crea-SE), reeleito para mais
um mandato.
Para ele, as presenças
de representantes pela Anatel, Clayton de Castilho,
Recursos Humanos; Juliano Rolim, Materiais e Contratos;
e José Mário Abdo, diretor-geral; e
pela Aneel, Francisco Bonfim, procurador federal e
Fernando Renó, superintendente administrativo,
nas discussões da câmara, demonstrou
que o Sistema Confea/Crea tem mais dois aliados na
questão da fiscalização do exercício
profissional. Isso porque tanto essas empresas, quanto
os profissionais que para elas desempenhem algum trabalho,
terão obrigatoriamente de ser registrados nos
Conselhos Regionais e, portanto, emitir ARTs (Anotações
de Responsabilidade Técnica) que, além
de comporem o acervo técnico dos profissionais,
indicam suas responsabilidades.
Antonio Bakker (Crea-ES) –
coordenador adjunto, também reeleito –,
por sua vez, destacou a decisão dos 26 integrantes
da CNCEEE no que diz respeito a atos e normas emitidos
por alguns regionais que ferem a Resolução
440/1999 – que define ter somente o Conselho
Federal o direito de definir atividades e atribuições
profissionais. Para ele, é imprescindível
o controle sobre o respeito à resolução,
para uniformizar procedimentos na fiscalização
do exercício profissional. |
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Sérgio
Maurício Cardoso |
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GT
de Agronomia estudará Seguro Agrícola Privado
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Com mais de 50% dos coordenadores
regionais recém-eleitos, a Coordenadoria Nacional
de Câmaras Especializadas de Agronomia dos CREAs
(CNCEAGRO) – 65 integrantes – continuará
a cargo dos engº agrônomo Ulysses Filho
(Crea-PI), reeleito, e de Jorge Luiz e Silva (Crea-ES),
eleito coordenador adjunto para o ano de 2001.
Segundo Ulysses, “a
boa fundamentação das propostas –
uma exigência do Confea – consumiu boa
parte do tempo dos trabalhos e privilegiou a qualidade
e não a quantidade das propostas e moções
apresentadas”.
A avaliação
de cursos e egressos das faculdades de Agronomia foi
bastante debatida com a apresentação,
por parte da Federação dos Estudantes
de Agronomia do Brasil, de um modelo a ser considerado
pelo Conselho – que pretende avaliar a qualidade
do ensino profissional –, principalmente no
que se refere aos cursos sequenciais.
Os estudantes revelaram como,
em sua opinião, a avaliação deve
ser feita e sugerem uma metodologia que leve em conta
tanto o quadro docente quanto a estrutura das faculdades.
Fiscalização
do uso de agrotóxicos e suas alternativas;
necessidade da ART (Anotação de Responsabilidade
Técnica) preenchida a cada grupo de 15 receituários
agronômicos emitidos, assim como o aumento de
sua taxa de R$ 0,35 para R$ 0,75, também foram
assuntos abordados.
A CNCEAGRO formou ainda um
Grupo de Trabalho (GT), que apresentará sugestões
para a criação do Seguro Agrícola
Privado para alguns cultivos, como o do arroz, considerado
atividade de risco. O tema é de interesse do
Ministério da Agricultura, que aguarda manifestação
do Confea para iniciar as discussões sobre
a implantação do benefício. |
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Ulysses
Filho |
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