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A palavra obras
é uma constante na vida do governador de
Sergipe, João Alves Filho. Desde pequeno
visitava com o pai, construtor, novas edificações
em Aracaju.
O povo sergipano reconhece nele a figura de homem
que, quando eleito, transforma o estado num verdadeiro
“canteiro de obras”. É um estudioso
da questão energética do país
e sobre a Transposição do Rio São
Francisco. Publicou livros sobre os dois assuntos
Quando iniciou o curso de
Engenharia Civil na Universidade Federal da
Bahia, em 1960, João Alves Filho estava apenas
seguindo uma paixão e os passos do pai, dono
de uma construtora em Aracaju. Não imaginava
que seu gosto pelas questões que envolvem
a profissão de engenheiro o levariam a ser
convidado, após uma palestra sobre urbanismo
na capital sergipana, a ser prefeito de Aracaju.
Assim, trocou o cotidiano de um engenheiro pela
vida de homem público, em 1975. A experiência
como administrador, necessária ao exercício
do governo, João Alves ganhou com a criação
da empreiteira Habitacional, em 1970.
Apesar de ter assumido um
cargo público somente em 1975, sua atuação
política começou bem antes, ainda
durante a faculdade, quando fez parte do movimento
Juventude Universitária Católica.
Na prefeitura de Aracaju, destacaram-se as obras
de construção de canais e de drenagem
para acabar com as inundações; além
da construção de 14 grandes avenidas
ligando entre si os principais bairros da cidade.
O primeiro mandato como governador veio em 1982.
Três anos depois, desligou-se do PDS, partido
que o elegeu, e fundou com outros colegas o PFL.
Em 1987, tornou-se ministro do Interior do governo
José Sarney, saindo em 1990 para assumir
pela segunda vez o governo de Sergipe.
Em 2002, foi eleito em segundo
turno, com 55% dos votos, para seu terceiro mandato.
Entre os programas que se destacam no governo João
Alves estão iniciativas como a que pretende
erradicar do Estado as casas de taipa. João
Alves entende que, além de ser uma medida
para combater a Doença de Chagas, uma vez
que o barbeiro – inseto transmissor da doença
– se aloja com maior facilidade em casas de
taipa, o fim de moradias deste tipo pode contribuir
para a qualidade de vida da população
sergipana.
Outro projeto importante
é o Tá na Mesa. Um programa que leva
a famílias carentes de todo o Estado, além
de uma refeição completa, a capacitação
profissional para a geração de emprego
e renda. Outra preocupação do governador
é a transformação do turismo
em uma atividade rentável e geradora de empregos
para a população sergipana. Ele destaca
uma série de ações que vêm
sendo desenvolvidas pela Secretaria de Estado do
Turismo, entre elas a realização de
eventos que contaram com a participação
da mídia especializada e o fechamento de
parcerias com a iniciativa privada na divulgação
das belezas naturais e da cultura. O Estado participou
ainda de feiras internacionais e workshops de turismo
para apresentar as potencialidades de investimento
turístico na região.
Para ajudar no desenvolvimento
da região sul do Estado, o governo criou
ainda um projeto de incentivo e apoio à fruticultura,
em investimentos que somaram R$ 20 milhões.
Segundo o governador, graças a iniciativas
como esta, o Sergipe é hoje o terceiro maior
produtor de laranjas do país. Houve a substituição
de antigas plantações por plantas
cultivadas com alta tecnologia e com grande capacidade
de produção. Outra iniciativa de sucesso
é o Projeto de Fruticultura Irrigada de Exportação.
O programa gera uma produção anual
de 25 mil unidades de coco e 70 mil toneladas de
frutas.
O governador também
está muito orgulhoso da criação
do Parque Tecnológico de Sergipe, que é
hoje o maior do Nordeste. A idéia é
promover condições privilegiadas para
criação, atração e desenvolvimento
de empresas de base tecnológica e unidades
de instituições de ensino e pesquisa,
comprometidas com a inovação tecnológica
no Estado.
Sergipe tem se destacado ainda como produtor de
petróleo. E os projetos de revitalização
da aqüicultura e piscicultura têm contribuído
para o desenvolvimento da região do Baixo
São Francisco.
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