Brasília, 27 de agosto de 2012. e de representantes dos Creas de MG TO e SP.jpg)
O presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, participou na tarde desta terça-feira (28/8), da cerimônia de lançamento do Sistema Integrado de Monitoramento de Convênios (Sismoc), desenvolvido pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa). O evento, realizado no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados em Brasília, teve a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do presidente da Funasa, Gilson Queiroz, do senador Garibaldi Alves Filho, do deputado Eduardo Gomes, representando o presidente da Câmara, Marco Maia, e do secretário de Estado da Casa Civil do DF, Swedenberger Barbosa. Também estiveram representados na solenidade os Creas de Minas Gerais, Tocantins e São Paulo.

A abertura do evento foi marcada pela demonstração em primeira mão do Sismoc, cujo objetivo é apresentar ao cidadão o estágio em que se encontra cada um dos 12 mil convênios de saneamento firmados entre a Funasa e os municípios brasileiros com população até 50 mil habitantes. Grande parte desses projetos está em fase de execução, incluindo os contratos e termos de compromisso relativos ao PAC 1 e PAC 2. “Com o sistema, conseguimos de forma transparente fazer acompanhamento das obras e conhecer a tramitação de convênios”, explicou o presidente da Funasa durante a apresentação da ferramenta, que permite ainda o acesso direto aos relatórios produzidos pelos engenheiros da fundação. São esses profissionais os responsáveis por alimentar o Sismoc com informações e registro fotográfico da obra. Para Gilson Queiroz, esse acompanhamento online dará mais segurança à Funasa para a liberação das parcelas de pagamento de execução dos empreendimentos.
Em discurso, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, avaliou as vantagens que o Sismoc proporcionará ao gerenciamento das obras públicas. “É um instrumento forte de engenharia que permitirá acelerar processos e aprimorar a gestão. Agora isso só funciona com engenheiros, mesmo”, comentou o ministro referindo ao avanço das obras nos últimos sete meses quando foram investidos aproximadamente R$ 834 milhões contra R$ 637 milhões aplicados ao longo de todo o ano de 2011. A expectativa do ministério é de que o investimento em 2012 supere o somatório dos dois últimos anos, chegando a quase R$ 1 bilhão. “Esperamos que a Funasa esteja mais próxima do coração do Brasil. Com o sistema e essas informações, chegará ainda mais”, disse.
Papel do engenheiro
A atualização das informações do Sismoc compete a engenheiros e técnicos das superintendências estaduais da Funasa. Após cada visita à obra, o engenheiro responsável atualiza os dados automaticamente, tornando a divulgação mais dinâmica e transparente. Para o presidente do Confea, a ferramenta é um trabalho de tecnologia da informação que depende basicamente do conhecimento da engenharia e que permitirá à população saber onde os recursos públicos estão sendo investidos: “Os engenheiros irão alimentar o sistema com informações técnicas para qualquer cidadão entender onde estão sendo aplicados os recursos públicos”. De acordo com José Tadeu, essa transparência é importante na medida em que torna visível obras que geralmente não são tão aparentes como um prédio em construção. “É importante para que a população veja o que está sendo disponibilizado”, concluiu.
Julianna Curado
Assessoria de Comunicação e Marketing do Confea
