Brasília, 21 de janeiro de 2013.
Os novos conselheiros, titulares e suplentes, concluíram na terça-feira (21/1), na sede do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), em Brasília, mais uma etapa do treinamento sobre as práticas operacionais, o funcionamento da plenária eletrônica e como se dá o processo administrativo do Confea. Oficialmente, eles passaram a integrar o plenário em 1º de janeiro, e, na prática, a partir de hoje, quando se inicia a 1.407ª plenária do Conselho.
O presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, coordenou a abertura dos trabalhos, na segunda-feira (20/1), com a participação de coordenadores de Comissões Permanentes e Especiais como Francisco José Ladaga, da Comissão Eleitoral Federal; superintendentes - Administrativo, Financeiro, e de Estratégia e Gestão - como Gilberto Campos, da Superintendência de Integração do Sistema, seus gerentes e assistentes técnicos. José Tadeu alertou para os reflexos das decisões tomadas pelo plenário federal e que alcançam todo o Sistema Confea/Crea, razão pela qual todos os conselheiros “devem cumprir as leis e as regras que disciplinam as atividades do Confea”.
Ladaga, por sua vez, destacou que “o trabalho
Panorama
Os novos conselheiros estão diante de um panorama que permite uma ampla visão sobre a realidade do Sistema Confea/Crea. Processos administrativos, financeiros, eleitorais e mesmo sobre o trâmite de outras demandas que chegam ao plenário para análise e deliberação. Processos que tratam de diversos assuntos, desde ética, ausência de profissionais habilitados em obras e empreendimentos, até solicitação de recursos para entidades.
No encerramento das atividades, o superintendente de Estratégia e de Gestão, Nelson Dafico, relatou alguns procedimentos da área, como o planejamento estratégico, o plano diretor de tecnologia da informação, a gestão do desempenho e a política de comunicação do Sistema Confea/Crea e Mútua.
Em seguida, o superintendente de Integração do Sistema, engenheiro civil José Gilberto Campos, apresentou detalhes sobre a atuação da Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap). Após relacionar suas atribuições, constantes do artigo 38 do Regimento Interno do Confea, comentou que a expectativa é de que o vestibulando já saiba quais as atribuições que terá em seus cursos. O conselheiro e engenheiro eletricista Jolindo Rennó observou a necessidade de repensar as titulações, desvinculando as considerações da Comissão das do Ministério da Educação. “Nem que fique como uma consulta para o Mec”, concordou José Gilberto.
Na sequência, o vice-presidente do Confea, engenheiro mecânico Julio Fialkoski, relatou o andamento e a composição de todos os dezesseis Grupos de Trabalho em atividade no Confea. Trabalhos elogiados como os do GTs sobre o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e o Crea Mínimo foram comentados ao lado do superintendente Gilberto Campos. “Ninguém vai ficar parado”, conclamou Fialkoski aos novos conselheiros.
Ao final dos trabalhos, o conselheiro federal e engenheiro civil Marcelo Morais comentou o encaminhamento da setuagésima primeira Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia, junto ao Congresso de Ciência e Tecnologia, a serem realizados em Teresina, no mês de agosto. Coordenador da Comissão de Articulação Institucional do Sistema (Cais), ele também citou iniciativas como a criação da Comissão de Meio Ambiente do Confea, segundo ele, em vias de ser sistematizada.
Teoria e prática
Entre os novos conselheiros, o engenheiro eletricista Antônio Martins, o suplente por São Paulo, registrou a validade da segunda etapa do treinamento e desejou uma boa semana de bons e profícuos trabalhos. Já o representante titular do Crea-SP, Jolindo Rennó, considerou que o treinamento possibilitou o contato com a rotina, os trabalhos do Confea, “no interior dos problemas e das ações futuras que a gente tomará com o Conselho”.
Já os representantes do Crea-GO, engenheiros mecânicos Paulo Viana e Juarez Batista de Faria também enalteceram o treinamento. “Excelente, proveitoso, sobretudo, uma forma de iniciaramos os trabalhos sem perder tempo. O principal foi a participação das comissões, esclarecendo um desconhecimento que tínhamos”, disse Paulo. “Começamos a conhecer de perto o que é esta insitutição, como funciona o Conselho. O operacional também é importante para tornar o trabalho mais dinâmico. Sou engenheiro de campo, não tenho facilidade com essa parte legislativa, então é um aprendizado em que também temos que trazer essa visão do campo para cá e, assim, fortalecer nossas entidades”, ponderou Juarez.
Maria Helena de Carvalho e Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea
