Macapá, 23 de outubro de 2007

Há dois projetos ligados a obras de habitação e urbanização de áreas de ressaca nos bairros do Aturiá e do Congos; um para o sistema de água tratada; um para o sistema de esgoto; e um para a urbanização do bairro Mucajá.
Para o presidente do Crea-AP, eng. agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira, que esteve na cerimônia de assinatura do convênio entre o governo do Estado e a Caixa, o momento é extremamente positivo para a economia do Amapá. "Além de trazer benefícios diretos para a população, os recursos oriundos do PAC também revitalizarão setores como o da construção civil", afirmou.
O comentário foi endossado pelo presidente do Sisduscon-AP, Roberto Souza, que representou o sindicato na assinatura do convênio com a prefeitura de Macapá, ocorrido no auditório do Sesi. "O Sinduscon está mobilizado para acompanhar a transparência nas licitações. Algumas construtoras reuniram-se em consórcio para disputar em pé de igualdade com empresas de outros Estados", destacou.
"Os recursos para a urbanização do Mucajá, de R$ 23 milhões, entre custeio e investimento, fazem parte do programa de desfavelização do governo federal e prevêem a construção de 496 unidades habitacionais, com infra-estrutura, incluindo saneamento e esgoto, construção de uma creche, centro comunitário e praça", disse Hetz Brener, consultor do PAC.
O PAC do Amapá será coordenado por um comitê gestor criado pelo governo do estado sob a supervisão do arquiteto e urbanista, Alberto Góes, secretário especial da governadoria e coordenação política e institucional do governo do Amapá.
Adilson Poltroniere
Assessoria de Comunicação do Crea-AP
