Encontros das Modalidades: Elétrica se divide em dez grupos de trabalho

Rio de Janeiro, 14 de maio de 2015

"Engenharia elétrica se divide em grupos de trabalho"

Agências reguladoras, ensino à distância, iluminação pública, fiscalização e energias alternativas são alguns dos grupos de trabalho em que se dividiram os participantes do Encontro Nacional da Engenharia Elétrica. Os encontros nacionais por modalidade reúnem todos os conselheiros regionais daquela área. A modalidade de engenharia elétrica congrega cerca de 440 mil profissionais, respondendo por 33% dos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea.

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"Da esq. p/ dir.: Eng. eletric. Ana Constantina Sarmento, vice-presidente do Confea; eng. eletric. Alfredo Marques, coordenador das Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica; e eng. civ. José Tadeu da Silva, presidente do Confea"

Com abertura realizada na noite de quarta-feira (13), o encontro segue até o fim da sexta-feira (15). Na manhã desta quinta-feira (14), o presidente do Confea, José Tadeu da Silva, participou da reunião. Engenheiro civil de formação, Tadeu da Silva afirmou que, como presidente do Confea, não tem modalidade. “Hoje estou aqui como engenheiro eletricista, defendendo as reivindicações de vocês”, disse.

Durante a reunião, José Tadeu da Silva lembrou a campanha que o Confea está fazendo em prol de um meio ambiente mais sustentável. “Priorizamos duas questões mundiais: água e energia, que indiscutivelmente passam pela engenharia elétrica”.

Ao mencionar o art. 53 da Lei nº. 5.194/66, o presidente do Confea explicou que é obrigação do Confea reunir, pelo menos uma vez por ano, os conselheiros regionais, para que esses possam dizer o que precisa ser feito para aprimorar a lei e a fiscalização. “Vocês são os juízes da primeira instância. Vocês usam uma toga, colocada em vocês pela Lei nº. 5.194/66. Vocês são os primeiros operadores do direito profissional”, explicou.

"Energias renováveis é um dos temas discutidos no Encontro Nacional de Engenharia Elétrica"

O presidente do Confea mencionou, ainda, a tríade que constrói a valorização profissional: aperfeiçoamento, ética e fiscalização. “A fiscalização é um instrumento poderoso de valorização profissional. Vocês operacionalizam isso. O Conselho Federal não tem como dar mecanismos para essa operacionalização se não soubermos o que acontece na base. Estamos aqui reunidos para ouvir vocês”, concluiu.

"Da esq. p/ dir.: eng. civ. José Tadeu da Silva, presidente do Confea; eng. mec. Marco Antonio Amigo, coordenador do Colégio de Presidentes e presidente do Crea-BA; e eng. eletric. Moacyr Gayoso, coordenador adjunto das Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica"

Também presente à reunião, o coordenador do Colégio de Presidentes e presidente do Crea-BA, eng. mec. Marco Antônio Amigo, afirmou que o trabalho a ser feito depende do conhecimento e da unidade de ação. “Precisamos formar opinião, aglutinar e consolidar nosso objetivo comum. Precisamos estar unidos em direção à valorização profissional”, afirmou.

Beatriz Leal

Equipe de Comunicação do Confea