Brasília, 17 de janeiro de 2013.
Com o crescente número de canteiros de obras devido aos eventos mundiais de esportes e as grandes obras públicas, evidenciou-se a carência de mão de obra qualificada. De acordo com Sondagem da Construção Civil, pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), a falta de trabalhador qualificado tornou-se um problema estrutural para a indústria da construção civil no Brasil. A falta de funcionários técnicos ligados à obra, como encarregados e mestres de obra, é muito elevada: 92% das empresas têm dificuldade. Dentre as empresas que enfrentam falta de trabalhadores qualificados, 94% têm dificuldade de encontrar funcionários básicos, como pedreiros e serventes.
Já o Instituto da Construção Formação Profissional, criado em 2011, é uma franquia de ensino profissionalizante para construção civil do país. Os alunos têm aulas práticas e teóricas e os cursos são aplicados em módulos para que se obtenha conhecimento geral de todas as fases da construção, desde o início da obra até a fase final, que inclui acabamento e decoração. Saiba mais em www.institutodaconstrucao.com.br.
No Senai, o trabalhador ainda tem a oportunidade de se capacitar pelo Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) gratuitamente ou optar por cursos pagos. Para saber mais acesse: www.vocenaindustria.com.br.
Dados
Veja os números divulgados pela CNI e Senai:
- Em cinco anos, o número anual de matrículas em cursos da construção civil nas Escolas Senai aumentou 90% .
- Em 2007, eram 81 mil alunos. Já em 2011, subiu para 154 mil alunos.
- Os cursos têm duração, em média, de seis meses a um ano. Os mais procurados são de pedreiro, mestre de obras, instalador elétrico e técnico em edificações.
- Os cursos – nas empresas privadas – variam de R$ 130 a R$ 200
Fernanda Pimentel
Equipe de Comunicação do Confea
