GT Mútua destaca a descentralização para divulgação pelas caixas de assistência

Brasília, 31 de março de 2015.

"Participantes do segundo e último dia da quarta reunião do GT Mútua: descentralização"

A descentralização administrativo-financeira desenvolvida pela atual gestão da Mútua  Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea avançou bastante, a ponto de a distribuição de benefícios hoje alcançar valores superiores à arrecadação proporcionada pelas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A informação foi prestada pelo diretor de Benefícios da Mútua, engenheiro agrônomo Ricardo Veiga, durante a quarta reunião do GT Mútua, realizada nestas segunda e terça-feira, na sede do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Em reuniões anteriores, foram debatidos temas como plano de saúde e plano de previdência.

"Diretor de Tecnologia da Mútua, Salvador da Rocha, e o coordenador do GT, Mário Amorim"

Durante a abertura das atividades, o engenheiro eletricista Antônio Salvador da Rocha, diretor de Tecnologia da Mútua, destacou os avanços da descentralização tecnológica da entidade, também conduzida pela atual gestão. Desse primeiro dia da reunião, o coordenador do GT, engenheiro agrônomo Mário Amorim, destacou  a oportunidade de conhecer ainda mais o universo da Caixa de Assistência. "A atual diretoria desenvolveu ferramentas de gestão para concessão, avaliação e controle dos benefícios, entre outras ações que contribuem para que avanços possam ser registrados na trajetória da Mútua", disse o coordenador do GT.


Além de Veiga, de Amorim e de Salvador, participaram da abertura da quarta reunião o conselheiro federal engenheiro mecânico Paulo Roberto Lucas Viana (convidado) e o engenheiro eletricista Marcos Vinícius Santiago (representante do Colégio de Presidentes). Com a assistência de Sandra Padilha, do Confea, o encerramento da reunião contou com as participações dos conselheiros Mário Amorim e Paulo Viana, do diretor Ricardo Veiga e ainda do diretor-administrativo e do diretor-presidente da Mútua, engenheiros agrônomos Luiz Alberto Freitas Pereira e Cláudio Calheiros, respectivamente, além do engenheiro eletricista Marcos Vinicius Santiago e do engenheiro civil e de segurança do trabalho Júlio Fialkoski, ex-vice-presidente do Confea, como convidado.

“Liberdade assistida”

O diretor de Benefícios Ricardo Veiga destaca que o primeiro grande passo para a descentralização administrativo-financeira da Mútua foi dado durante a gestão anterior, tendo o arquiteto Wellington Costa como diretor-presidente e Cláudio Calheiros, então diretor de Benefícios. “Desde essa época, os benefícios passaram a ser feitos pelas Caixas dos Estados. Mas, na atual gestão, fortalecemos muito essa descentralização, antes conduzida pela Diretoria Executiva em Brasília”.

Segundo Veiga, foi implementada, objetivamente, uma descentralização da liberação de recursos para divulgação da Mútua perante os Creas e as entidades, por meio do estabelecimento de tabelas com os limites para gastos, de conhecimento transparente para todos. “Há menos de um ano, cada Caixa ganhou autonomia para promover a liberação de recursos para divulgação institucional e de benefícios da Mútua. Mas isso funciona como uma ‘liberdade assistida’, dentro de parâmetros preestabelecidos. Agora, pretendemos aumentar os limites para as Caixas, com mais recursos. Esse é o maior salto para intensificar o aproveitamento dos benefícios, demos mais agilidade a esse fluxo”, informou.

Equipe de Comunicação do Confea