Brasília, 26 de julho de 2012
Dados do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostram que somente 62% das pessoas com ensino superior e 35% das pessoas com ensino médio completo são classificadas como plenamente alfabetizadas. O indicador classifica os avaliados em quatro níveis diferentes de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo. O levantamento foi realizado pelo Instituto Paulo Montenegro, que é vinculado ao Ibope, e a ONG Ação Educativa.
De acordo com a pesquisa, durante os últimos 10 anos houve uma redução do analfabetismo absoluto e da alfabetização rudimentar e um incremento do nível básico de habilidades de leitura, escrita e matemática. No entanto, a proporção dos que atingem um nível pleno de habilidades manteve-se praticamente inalterada, em torno de 25%.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), cerca de 30 milhões de estudantes ingressaram nos ensinos médio e superior entre 2000 e 2009. Os resultados mostram que durante os últimos 10 anos houve uma redução do analfabetismo absoluto e da alfabetização rudimentar e um incremento do nível básico de habilidades de leitura, escrita e matemática.
Saiba mais sobre o Inaf
O Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), que foi criado em 2001, revela os níveis de alfabetismo funcional da população brasileira adulta. Seu principal objetivo é oferecer informações qualificadas sobre as habilidades e práticas de leitura, escrita e matemática. O Indicador mensura os níveis de alfabetismo funcional da população brasileira entre 15 e 64 anos de idade, englobando residentes em zonas urbanas e rurais de todas as regiões do Brasil, quer estejam estudando ou não. Para essa edição, o período de campo ocorreu entre dezembro de 2011 e abril de 2012.
Para saber mais sobre o Inaf acesse www.ipm.org.br
Fernanda Pimentel
Assessoria de Comunicação e Marketing do Confea
