Brasília, 08 de março de 2005
Lang falou da importância das 29 entidades de classe do CDEN, cuja capilaridade de entidades regionais, segundo ele, tem mais sinergia que em qualquer outra profissão. “Essas entidades são a alavanca social e política das profissões do sistema Confea/Crea. Temos que trabalhar para que elas se apresentem para a sociedade como interlocutoras das áreas que representam”.
O presidente destacou a importância das câmaras especializadas como agentes fiscalizadores para ditar a sistemática, a metodologia e a política de avanço das profissões e falou de seu papel na criação de mecanismos de qualificação dos profissionais. “Não temos como impedir o mau ensino e os cursos de má qualidade, mas temos instrumentos jurídicos capazes de estabelecer mecanismos de qualificação”.
Representando o Colégio de Presidentes, o engenheiro civil e presidente do Crea-MG, Marcos Túlio de Melo, falou que o evento é da mais alta importância para a evolução do sistema profissional. Segundo Marcos Túlio, assim como o Colégio de Presidentes foca em uma visão estratégica para o desenvolvimento de seus objetivos, os coordenadores das câmaras têm o desafio de definir uma ação estratégica para 2005 e 2006, anos em que os municípios devem se adequar ao Estatuto da Cidade.
Cinthia Andruchak
Jornalista convidada
