Brasília, 15 de março de 2007
Analisar as proprostas apresentadas pela Câmara Especializada de Engenharia Civil desde 2004 foi a primeira providência do coordenador empossado para o exercício de 2006, João Luis de Oliveira Collares (Crea/RS), ao ser eleito, no ano passado. Segundo ele, havia 100 propostas que depois de analisadas e reformuladas se transformaram em seis propostas.
Divididos em cinco grupos de trabalho, cada um com o respectivo coordenador, a equipe buscou respostas para atender as reivindicações centradas em três temas: Manual de Fiscalização, reformulação de anexos da Resolução nº 1.010 e Atribuição Profissional.
“Havia um mundo em mudança que precisa ser acompanhado”, disse ele ao apresentar o relatório de sua gestão aos demais participantes da Câmara, hoje, 15/3, pela manhã. Collares considera que o êxito do trabalho deveu-se à dinâmica adotada e à união dos profissionais de Engenharia Civil.
Essa união permitiu prorrogação da discussão de propostas e formação de grupos de trabalho com o apoio de Conselhos Regionais. “Tivemos dificuldade,, mas vencemos”, afirmou ele, lembrando que dos 29 pontos listados na pauta de trabalho quase todos estão atendidos.
Collares comemora o retorno do engenheiro sanitarista como prerrogativa da Engenharia Civil e a participação de um representante da Câmara Especializada de Engenharia Civil, como analista no processo de revisão da Resolução nº 1.010.
Ana Maria Mejia
Jornalista Convidada
Analisar as proprostas apresentadas pela Câmara Especializada de Engenharia Civil desde 2004 foi a primeira providência do coordenador empossado para o exercício de 2006, João Luis de Oliveira Collares (Crea/RS), ao ser eleito, no ano passado. Segundo ele, havia 100 propostas que depois de analisadas e reformuladas se transformaram em seis propostas.
Divididos em cinco grupos de trabalho, cada um com o respectivo coordenador, a equipe buscou respostas para atender as reivindicações centradas em três temas: Manual de Fiscalização, reformulação de anexos da Resolução nº 1.010 e Atribuição Profissional.
“Havia um mundo em mudança que precisa ser acompanhado”, disse ele ao apresentar o relatório de sua gestão aos demais participantes da Câmara, hoje, 15/3, pela manhã. Collares considera que o êxito do trabalho deveu-se à dinâmica adotada e à união dos profissionais de Engenharia Civil.
Essa união permitiu prorrogação da discussão de propostas e formação de grupos de trabalho com o apoio de Conselhos Regionais. “Tivemos dificuldade,, mas vencemos”, afirmou ele, lembrando que dos 29 pontos listados na pauta de trabalho quase todos estão atendidos.
Collares comemora o retorno do engenheiro sanitarista como prerrogativa da Engenharia Civil e a participação de um representante da Câmara Especializada de Engenharia Civil, como analista no processo de revisão da Resolução nº 1.010.
Ana Maria Mejia
Jornalista Convidada
