Brasília, 28 de junho de 2007
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou novas condições financeiras para projetos de investimento em geração e em transmissão de energia elétrica. As novas regras valem para projetos do próximo leilão de geração de energia, a ser realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no dia 10 de julho.
A ampliação do prazo de amortização dos financiamentos para projetos de transmissão, de 12 para até 14 anos, é uma das novidades. A amortização dos projetos de geração de energia elétrica por meio de termelétricas também teve o prazo ampliado para até 14 anos, conforme nota divulgada pelo Banco.
O nível de exigência do índice mínimo de cobertura do serviço da dívida (ICSD) foi reduzido para projetos de transmissão e geração. Isso vale para praticamente todas as fontes de energia elétrica. O Banco esclarece que, a partir de agora, "o ICSD dos projetos cai de um mínimo de 1,3 para 1,2, desde que a taxa interna de retorno do empreendimento seja maior ou igual a 8% ao ano, em termos reais. Caso contrário, prevalece o ICSD mínimo de 1,3. No caso da geração hídrica, o ICSD mínimo já era de 1,2".
No comunicado, o diretor da área de infra-estrutura do banco, Wagner Bittencourt, informou que, com as novas medidas, a expectativa do banco é de incentivar os participantes do próximo leilão de energia. O banco esclarece que as medidas mostram que a instituição reforça a alta prioridade atribuída aos projetos de geração e transmissão de energia elétrica.
Fonte: Gazeta Digital
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou novas condições financeiras para projetos de investimento em geração e em transmissão de energia elétrica. As novas regras valem para projetos do próximo leilão de geração de energia, a ser realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no dia 10 de julho.
A ampliação do prazo de amortização dos financiamentos para projetos de transmissão, de 12 para até 14 anos, é uma das novidades. A amortização dos projetos de geração de energia elétrica por meio de termelétricas também teve o prazo ampliado para até 14 anos, conforme nota divulgada pelo Banco.
O nível de exigência do índice mínimo de cobertura do serviço da dívida (ICSD) foi reduzido para projetos de transmissão e geração. Isso vale para praticamente todas as fontes de energia elétrica. O Banco esclarece que, a partir de agora, "o ICSD dos projetos cai de um mínimo de 1,3 para 1,2, desde que a taxa interna de retorno do empreendimento seja maior ou igual a 8% ao ano, em termos reais. Caso contrário, prevalece o ICSD mínimo de 1,3. No caso da geração hídrica, o ICSD mínimo já era de 1,2".
No comunicado, o diretor da área de infra-estrutura do banco, Wagner Bittencourt, informou que, com as novas medidas, a expectativa do banco é de incentivar os participantes do próximo leilão de energia. O banco esclarece que as medidas mostram que a instituição reforça a alta prioridade atribuída aos projetos de geração e transmissão de energia elétrica.
Fonte: Gazeta Digital
