Participantes da Soea visitam Ponte JK

 

Brasília, 22 de maio de 2012

Para quem não é de Brasília, as polêmicas em torno da construção da Ponte JK, no lago Paranoá, são o que menos importa.  Inaugurada há 10 anos (em 15 de dezembro), a famosa ponte estaiada, com seus cabos de sustentação e seus arcos assimétricos que simulam o movimento lúdico de pedras quicadas, atrai milhares de turistas e até mesmo de moradores da cidade. Nessa quinta-feira, foi a vez de os participantes da Soea se encantarem com sua estrutura.

Levados em ônibus disponibilizados pelo Crea-DF, os participantes tratavam logo de fotografá-la, apresentando um tipo de sentimento similar ao que as crianças sentem enquanto jogam suas pedras ao lago. Os sul-matogrossenses Edenilson Gomes de Sales, Fabianne Pereira, Geraldo Cardoso de Almeida Júnior e o paranaense Roberto Guarido foram unânimes nos elogios. “O que impressiona, como em todas as obras de Brasília, é amplitude dela,  além de sua beleza e sua funcionalidade. E o custo-benefício parece muito bom, a julgar pelo tráfego”, sintetizou o engenheiro agrônomo paranaense.

Já sua colega do Crea-MS, Fabianne, frisou a beleza, enquanto o engenheiro civil Edenilson tratou de dar detalhes técnicos. Ressaltou a quantidade de operários envolvidos em sua construção, as sondagens, o equilíbrio entre o esforço vertical e horizontal na sua base, seu processo de montagem gradativo por meio de trilhos. “É uma obra fantástica, cuja base está a 80 centímetros da lâmina d´água, mas o arco é o que chama mais atenção. Não conheço nenhuma ponte assim”, sintetizou o experiente agrônomo Geraldo Cardoso de Almeida.

 

Equipe de Comunicação do Confea