Funcionários e conselheiros participam de bênção de início de ano

Brasília, 8 de janeiro de 2014.

"Padre Mário Donizete Adorno, da paróquia de Santo André, em Mogi-Guaçu, promoveu bênção aos funcionários e conselheiros do Confea"
O início das atividades de 2014 no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia foi marcado, nesta quarta-feira (8/1), por uma confraternização entre os novos e antigos conselheiros e os funcionários da Casa. Atendendo a um compromisso do presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu, durante a confraternização de final de ano, o encontro foi marcado por uma bênção dos padres Mário Donizete Adorno e Robson Mauro Lourenço, das paróquias de Santo André e São Pedro, frequentadas pelo presidente na cidade paulista de Mogi-Guaçu. O presidente José Tadeu também saudou os funcionários e os novos conselheiros, ressaltando a necessidade de promover uma integração maior entre os colaboradores ao longo de todo o ano.

“O bom funcionamento do Confea depende do empenho de cada um de nós. Temos que evoluir permanentemente. Então, todos os fatores que vierem beneficiar nosso corpo funcional, tenho certeza que nosso plenário vai aprovar”, considerou o presidente. Ele falou também em “quebra de paradigmas”, defendendo que todos precisam também intensificar a compreensão sobre todo o funcionamento da Casa. José Tadeu também ressaltou a importância de promover “laços de união” entre todos do Confea, sugerindo que encontros como o da tarde desta quarta-feira sejam mais frequentes.

"Colaboradores da Casa prestigiaram a confraternização"
“Neste momento de reflexão sobre os nossos 80 anos e de renovação do nosso plenário, desejamos que o Confea se integre. Somos um sistema profissional onde as pessoas que nos mantêm são os um milhão de profissionais e as 1.200 empresas, através das ARTs, para fazer o papel de fiscais do exercício profissional. Mas sabemos que nosso papel vai mais além, pois temos um papel social. Somos a locomotiva desta estrutura que congrega os profissionais e temos que despertar esta consciência de que a sociedade cobra que as nossas atribuições só possam ser desempenhadas por quem está habilitado”, concluiu José Tadeu da Silva.

Equipe de Comunicação do Confea