Aos 15 anos, participação em concursos públicos é principal bandeira da Associação Brasileira dos Engenheiros Agrícolas (Abeag)

Brasília, 21 de julho de 2014.

"Engenheiro agrícola Valmor Pietsch, no lançamento da 70ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia, em Porto Alegre (RS): participação em concursos públicos para fortalecer a modalidade"
A participação em concursos públicos municipais, estaduais e federais é a principal bandeira da Associação Brasileira dos Engenheiros Agrícolas (Abeag). Ao completar 15 anos nesta segunda-feira (21/7), a entidade prepara novas ações em prol de alterações na lei federal nº 10.883/2004. O debate terá continuidade em assembleia na próxima segunda-feira (28/7), no Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (Conbea), mesmo espaço onde a entidade foi criada, há 15 anos, em Pelotas (RS). Este ano, o evento será realizado em Campo Grande (MS), no período de 27 a 31 de julho.

Na visão do presidente da Abeag, Valmor Pietsch, “o governo investe recursos nas universidades para formar engenheiros agrícolas, mas não nos contrata, em concursos públicos como os do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estes profissionais e de outras modalidades. Conforme o Confea fez a resolução 1.010, permitindo que os profissionais ampliem seus conhecimentos, nada mais justo que, nas leis, constem profissionais habilitados”, pondera Pietsch, sugerindo a necessidade de que o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia intensifique os esforços para a inclusão da Engenharia Agrícola e de outras modalidades, como os engenheiros de alimentos e os engenheiros florestais, no rol das profissões listadas pela lei nº 10.883.  “Vamos discutir os caminhos para alterar esta lei, durante o Conbea”.

O engenheiro agrícola explica as atribuições da atividade. Segundo ele, cabe ao profissional implementar a engenharia da cidade no campo. “Para isso, o engenheiro agrícola usa técnicas para aproveitamento do solo, busca a preservação dos mananciais, planeja e executa obras de irrigação, combate à erosão e de drenagem. Também trabalha na mecanização da agricultura, em projetos de eletrificação, edificações rurais e armazenagem de produtos”, diz Pietsch.

“Temos uma parceria que espero que tenha continuidade com a Abeag, onde procuramos agregar o conhecimento científico, proporcionado pela Sbea, com as informações desta entidade de classe, que em muito tem contribuído para o engrandecimento da Engenharia Agrícola, em prol do país”, cumprimenta a presidente da Associação Brasileira de Engenharia Agrícola (Sbea), Daniella Jorge de Moura.

Equipe de Comunicação do Confea