Aracaju, 4 de dezembro de 2014.
“Temos agora que unir as forças, fazer um trabalho de base em favor da aprovação de projetos como o da criminalização do exercício ilegal da profissão; o que destina parte da renda líquida da arrecadação do Confea, dos Creas e da Mútua para o aperfeiçoamento técnico-cultural dos profissionais; o do laudo de inspeção obrigatória; o da federalização do plenário do Confea. Temos que convencer cada um dos três senadores das unidades da federação em prol da engenharia brasileira”, apontou. Discussões sobre o ensino a distância e outras mantidas anteriormente no Seminário Nacional de Encaminhamento de Ações Institucionais do Sistema Confea/Crea e Outros Conselhos e levadas também ao Colégio de Presidentes sobre a possibilidade de anulação da Resolução nº 1.010/2005, acerca de atribuições profissionais, também foram repercutidas por José Tadeu junto aos representantes. “Pedem a anulação da Resolução, mas não têm a noção exata do que isso representa”, asseverou.
Em longa reunião com os membros do Cden, o presidente enumerou aqueles que considera os três principais desafios a serem enfrentados em seu segundo mandato. O primeiro, acelerar a modernização da legislação profissional, por meio da mobilização dos profissionais a favor da votação dos projetos de interesse do Sistema Confea/Crea e Mútua; o segundo, desenvolver esforços para sanar pendências internas, como a Resolução nº 1.010/2005 e discussões sobre o Ensino a Distância (EaD), e o terceiro, a sustentabilidade financeira das entidades profissionais.
.jpg)
O fortalecimento das entidades, lembrando sua trajetória profissional, teve outros aspectos destacados por José Tadeu. “Farei tudo o que puder pelas entidades de classe”. Já na reunião das lideranças de engenharia de segurança do trabalho, o presidente se comprometeu a realizar encontros anuais de todas as modalidades, recomendou a realização do segundo encontro, com maior representatividade, e acolheu a sugestão de data para 27 de novembro, Dia do Engenheiro de Segurança do Trabalho. Após breve leitura, o presidente também reconheceu algumas das iniciativas defendidas na Carta de Aracaju, encaminhada pelo coordenador nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia de Segurança do Trabalho (CCEEST), Nelson Burille. O presidente questionou alguns itens e recomendou maior profundidade de análise para a viabilidade de seus atendimentos.
Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea
Fotos: Gerson Santos, Iran Souza e Luís Cláudio
