Apoio à engenharia nacional

Brasília, 3 de março de 2014.

"Engenheiro mecânico Marco Antônio Amigo (ao microfone), entre o diretor presidente da Mútua, Cláudio Calheiros, o coordenador adjunto do CP, Juares Silveira Samaniego, o presidente do Crea-DF, Flávio Correia de Sousa, e o ex-coordenador Jorge Roberto Silveira: Colégio de Presidentes em nova fase"
Os novos coordenadores do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua, o engenheiro mecânico Marco Antônio Amigo e o engenheiro civil e engenheiro de segurança do trabalho Juares Silveira Samaniego (coordenador adjunto) pretendem estimular novos diálogos com os profissionais e com as demais lideranças do Sistema, ao longo de 2015. Os presidentes do Crea-BA e do Crea-MT, respectivamente, foram eleitos na última quinta-feira (26/2), durante o 4º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua, em Brasília.

“Temos o objetivo de ampliar o diálogo entre todo o Sistema Confea/Crea e Mútua. Foi uma honra receber todo esse apoio dos colegas para suceder o engenheiro civil Jorge Roberto Silveira. Eu e o Juares estamos com muita disposição para enfrentar, junto ao colegiado, as questões maiores do Sistema”, comentou o coordenador Marco Antônio Amigo, logo após a eleição.

Já Samaniego afirmou que pretende acompanhar todas as propostas necessárias ao funcionamento dos regionais. Entre elas, a renovação da Lei nº 5.194/1966 e novas resoluções que contribuam para tornar mais eficiente a gestão do Sistema. “Vamos procurar manter este momento de integração, de consenso, experimentado em nossa eleição. Temos tempo e condições de trabalhar em cima desse contexto”.

Moção

"Marco Antonio Amigo, coordenador do Colégio de Presidentes: moção em prol da engenharia nacional"
Durante o segundo dia de trabalhos do 4º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua, o Colégio de Presidentes apresentou uma moção em defesa da engenharia nacional, relacionada à crise institucional enfrentada pela Petrobras. “Nós cobramos a punição para os responsáveis pelos desvios, mas boa parte das empresas afetadas, grandes e pequenas empresas do segmento petroleiro, não pode ser prejudicada, nem os profissionais do setor”, argumentou Marco Antônio Amigo.

Equipe de Comunicação do Confea