Brasília, 27 de setembro de 2016.

“Realizamos o evento desde a criação da Abenge, em 1973, com a participação de órgãos oficiais e instituições de ensino ligadas ao setor, além de empresas e profissionais preocupados com o desenvolvimento da engenharia nacional”, comenta o presidente da Abenge, eng. eletric. Nival Nunes de Almeida. Em 2016, o congresso tem como tema “20 anos de Reenge: caminhos da engenharia”, em alusão ao programa Reengenharia do Ensino de Engenharia, iniciado em 1995, com o objetivo de incentivar a adequação do ensino de engenharia à atualização tecnológica.
“O programa teve como princípio uma aproximação do aluno de engenharia com as indústrias, propondo que as universidades dessem uma formação operacional mínima, programas de estágios, entre outras iniciativas. Durou quatro anos e culminou com as novas diretrizes curriculares de ensino de engenharia, e ainda propôs laboratórios e novas metodologias educacionais. Ele foi desenvolvido pelo Finep, Capes, CNPq e escolas de Engenharia, transformando-se em um paradigma que serviu de embrião do que seria o programa Ciência sem Fronteiras”, considera.

Ao lado de representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o presidente do Confea, José Tadeu da Silva, participará da mesa-redonda “A Engenharia a favor do Brasil: mudanças e oportunidades”, dentro do Fórum de Gestores, a partir de 11 horas. “A Academia já discute muito sobre a formação da Engenharia, com o ministério da Educação. E o Confea sabe como está o licenciamento e como estão as demandas por profissionais, por meio de seus grupos de trabalho e pelo contato com as entidades. Daí, a importância de sua participação no Cobenge”.
Equipe de Comunicação do Confea
Serviço: Cobenge 2016 com o tema “20 anos do Reenge: caminhos da engenharia”. De 27 a 30 de setembro, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Informações: http://abenge.org.br/cobenge-2016/
