Brasília, 26 de outubro de 2016.

O ranking abrange as 750 melhores instituições de ensino superior de 65 países, relacionando ainda as 200 melhores universidades em 22 áreas, das quais a USP aparece em 21 delas. À frente da Esalq, ficaram as seguintes universidades, em ordem decrescente de classificação: Wageningen University and Reserch Center (Holanda); University of California-Davis (Estados Unidos) e Agricultural University (China) e Cornelll University (Estados Unidos).
Critérios
Em sua avaliação, a editora usa os seguintes critérios: reputação global da pesquisa, reputação regional da pesquisa, publicações, livros, conferências, impacto das citações, total de citações, número de artigos mais citados, porcentagem de artigos mais citados, colaboração internacional, número de docentes premiados e porcentagem de docentes premiados em relação ao total do quadro acadêmico.
Segundo o site da Esalq, entre as práticas que favoreceram o reconhecimento do ranking, pelo terceiro ano consecutivo, estão experiências acadêmicas relacionadas à melhoria da produtividade agrícola, redução de efeitos de pragas, excelência reprodutiva, genética e nutrição.
Repercussão
Eng. agr. Antônio Carlos Albério, vice-presidente do Confea
Eng. agr. Cláudio Calheiros, assessor do Confea
A Esalq integra o sistema educacional agrário brasileiro, visando aperfeiçoar um modelo, refletido pela qualidade das iniciativas da nossa agropecuária, após décadas de permanente formação. Mas é preciso considerar que existem vários rankings, com diferentes critérios, que diferenciam o modelo de ensino da Esalq da Universidade de Viçosa, por exemplo. O que é importante é registrar a excelência da escola de agronomia brasileira.
Eng. agr. Kléber Santos, diretor de fiscalização do Crea-DF
Fico feliz com esse reconhecimento no ano em que minha turma na Esalq, de que fez parte também o ex-conselheiro Ricardo Veiga, completa Bodas de Ouro. Realmente, a Esalq se notabiliza por uma formação excelente, mais voltada para a pesquisa acadêmica, mas também com exemplos de sucesso em relação à pesquisa aplicada como o Centro de Energia Nuclear (CEN), que faz 40 anos. Naquela época, era bem mais difícil entrar porque havia poucos cursos, e a Esalq já era uma das principais referências. E hoje continua, apresentando pesquisas como a dos "rios que andam", em alusão à quantidade de água presente nas nuvens.
Eng. agr. Daniel Salati, conselheiro federal
