Brasília, 06 de dezembro de 2016.
A implementação do Grupo de Apoio Técnico (GAT) e do Sistema Corporativo Integrado (SCI) são os dois pontos básicos da pauta do 2º Encontro dos Gestores de Tecnologia da Informação do Sistema Confea/Crea e Mútua, que reúne dias 5 e 6 de dezembro, na sede do Confea, em Brasília, representantes de Creas e da Caixa de Assistência.
“Estamos estudando a viabilidade dessas implementações”, informa Jonas Ruffo Requião, gerente de TI, do Confea. Para ele, essas duas ferramentas dariam dinamismo à área do Sistema como um todo e dos Creas em particular, porque ajudariam nos trabalhos referentes à Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e no controle administrativo, além de facilitar o acesso a um banco único de dados.
Incluindo Jonas e Fernando Henriques, também do Confea, o encontro reúne 30 participantes que na manhã de segunda-feira iniciaram os trabalhos analisando uma proposta de regimento para o GAT.

Continuidade - A Comissão Temática Criatividade e Inovação Tecnológica, do Confea, criada pela Resolução 1520/2015, também está reunida na sede do Conselho. Nessa segunda e terça, seus integrantes concluem o relatório das ações realizadas em 2016. Além disso, Antônio Roberto Martins, coordenador da CT, adianta que vai solicitar que o tema continue sendo debatido em 2017 por meio de seminários e de uma cartilha orientativa para a fiscalização da área de tecnologia da informação. Outro argumento para a continuidade dos trabalhos é a necessidade de acompanhar de perto a preparação do decreto que instrumentalizará a Lei da Inovação (13.243, de 11 de janeiro de 2016). 

Qualidade - O maior fórum reunido na sede do conselho federal na primeira semana de dezembro é formado pelos coordenadores regionais das Câmaras Especializadas de Segurança do Trabalho. Sob a coordenação de Jackson Luiz Jarzynski, do Crea-SC, seus integrantes discutem questões práticas da fiscalização dessa área. “Nossa ideia é que os manuais sejam feitos por setor como faz o Crea de Mato Grosso do Sul”, adianta Jarzynski. Para ele, o monitoramento remoto das fiscalizações com relatórios diários dá qualidade ao serviço prestado e deveria ser implantado por todos os regionais.
Maria Helena de Carvalho
Equipe de Comunicação do Confea
