Gramado, 9 de setembro de 2013

Karina de Lima e Juliana Neves são as duas intérpretes que a cada 20 minutos revezam-se na tradução. “Este é o tempo ideal de trabalho, já que é preciso um intervalo para descanso da mente a fim de que a tradução seja perfeita”, conta Karina.
Ainda segundo ela, a acessibilidade se faz também quando se valoriza o trabalho desses profissionais. “É importante que o deficiente tenha a tranquilidade em saber que terá acesso às palestras e às inovações que ocorrem no mundo, e a tradução contribui para isso”.
Janine Gonzalez
Equipe de Comunicação do Crea-MS
