Vitória, 11 de maio de 2007
O presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), eng. civil Marcos Túlio de Melo, iniciou os trabalhos do 6º Congresso Capixaba de Profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia apresentando a palestra “Pacto Social e Profissional: Projeto Brasil”.
Ele falou sobre a capacidade de articulação do governo brasileiro no âmbito social, político, econômico e empresarial e, em seguida, fez uma retrospectiva histórica sobre o desenvolvimento brasileiro, lembrando a Era Vargas e o mandato de Juscelino Kubitschek - dois contextos políticos marcados por grandes desenvolvimentos - e incentivando o resgate à visão de crescimento nacional por parte, sobretudo, dos profissionais da área tecnológica.
Na ocasião, Marcos Túlio afirmou que seria necessária a criação de um projeto de desenvolvimento para promover a produção interna e a sustentabilidade no país, além da evidente necessidade de se formarem mais engenheiros que possam atender às atuais demandas do mercado de trabalho.
Sobre valorização profissional, o presidente do Confea convidou o público a refletir sobre questões como a criação de um exame de ordem para a classe dos engenheiros, tema que é constantemente debatido e que ainda provoca muitas controvérsias. Também se mostrou preocupado quanto à falta de participação dos jovens profissionais nas esferas políticas e nos projetos de desenvolvimento nacional. O presidente do Confea lamentou, ainda, a falta de organização e consciência profissional, além da baixa remuneração para a categoria: “A nossa organização não teve forças para se contrapor à desvalorização profissional”, afirmou.
O pacto profissional foi outro foco da apresentação de Marcos Túlio, que lembrou os constantes conflitos históricos entre as diferentes modalidades abrangidas pela área tecnológica. Para ele, seria preciso mais sinergia entre essas modalidades e, a partir de uma integração, seria necessária a criação de um programa eficiente de desenvolvimento estratégico para o país.
Marcos Túlio finalizou sua apresentação parabenizando a mobilização do Crea-ES a favor da Valorização Profissional e se mostrando otimista quanto ao resultado final dos debates realizados no congresso.
Equipe de Comunicação do Crea-ES
O presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), eng. civil Marcos Túlio de Melo, iniciou os trabalhos do 6º Congresso Capixaba de Profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia apresentando a palestra “Pacto Social e Profissional: Projeto Brasil”.
Ele falou sobre a capacidade de articulação do governo brasileiro no âmbito social, político, econômico e empresarial e, em seguida, fez uma retrospectiva histórica sobre o desenvolvimento brasileiro, lembrando a Era Vargas e o mandato de Juscelino Kubitschek - dois contextos políticos marcados por grandes desenvolvimentos - e incentivando o resgate à visão de crescimento nacional por parte, sobretudo, dos profissionais da área tecnológica.
Na ocasião, Marcos Túlio afirmou que seria necessária a criação de um projeto de desenvolvimento para promover a produção interna e a sustentabilidade no país, além da evidente necessidade de se formarem mais engenheiros que possam atender às atuais demandas do mercado de trabalho.
Sobre valorização profissional, o presidente do Confea convidou o público a refletir sobre questões como a criação de um exame de ordem para a classe dos engenheiros, tema que é constantemente debatido e que ainda provoca muitas controvérsias. Também se mostrou preocupado quanto à falta de participação dos jovens profissionais nas esferas políticas e nos projetos de desenvolvimento nacional. O presidente do Confea lamentou, ainda, a falta de organização e consciência profissional, além da baixa remuneração para a categoria: “A nossa organização não teve forças para se contrapor à desvalorização profissional”, afirmou.
O pacto profissional foi outro foco da apresentação de Marcos Túlio, que lembrou os constantes conflitos históricos entre as diferentes modalidades abrangidas pela área tecnológica. Para ele, seria preciso mais sinergia entre essas modalidades e, a partir de uma integração, seria necessária a criação de um programa eficiente de desenvolvimento estratégico para o país.
Marcos Túlio finalizou sua apresentação parabenizando a mobilização do Crea-ES a favor da Valorização Profissional e se mostrando otimista quanto ao resultado final dos debates realizados no congresso.
Equipe de Comunicação do Crea-ES
