Teresina (PI), 15 de agosto de 2014.
Enquanto nos Estados Unidos cerca de 90% das construções já utilizam a técnica drywall (a seco), no Brasil o uso do material feito à base de gesso com perfis de aço galvanizado, sem a utilização de água no processo, ainda é muito discreta, apesar do crescimento de 13% ao ano. “Nos EUA, são atualmente 10 m²/ano por habitantes. No Brasil, não chegamos ainda a 0,25 m² por habitante/ano”, afirmou o engenheiro de segurança, arquiteto e urbanista Wenderson Lobo durante a 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), em Teresina.
A palestra Drywall – Sistemas construtivos a seco – lotou o auditório 4, do Centro de Convenções Atlantic City, e reuniu centenas de pessoas curiosas com os benefícios da técnica que garante reduzir em até 20% os custos de produção. Segundo o palestrante, o sistema é seguro, inclusive sendo indicado para regiões ameaçadas por terremoto, sendo mais seguro que alvenaria. “O sistema usa chapas de gessos aparafusadas de ambos os lados e detém melhor performance acústica e técnica”, explicou Wenderson.
As paredes drywall, de acordo com o especialista, são indicadas para áreas internas, enquanto que, para áreas externas, a sugestão é o uso de placas cimentícias.
Equipe de Comunicação dos Creas e do Confea
