Acessibilidade no Patrimônio Histórico de Salvador

Salvador, 17 de novembro do 2009.

Os imóveis tombados, assim como as demais edificações públicas do país, deveriam ser acessíveis às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. A legislação é clara quanto a essa obrigatoriedade, mas a prática mostra que nem sempre a lei é cumprida ao pé da letra. Em Salvador, dos aproximadamente 1800 imóveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), segundo dados do Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Cultural (Ipac), apenas sete estão com projetos em execução de acessibilidade.

Na tentativa de sensibilizar profissionais e sociedade para a redução das barreiras físicas presentes nessas edificações, projetistas, arquitetos, restauradores e engenheiros participam nesta quinta-feira (19), às 14h, no auditório do Crea-BA, do seminário Acessibilidade no Patrimônio Histórico e Cultural. O evento, coordenado pelo GT de Acessibilidade do Crea em parceria com o Ipac, reúne especialistas da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Crea-BA, Ipac e Comissão Civil de Acessibilidade de Salvador (Cocas).

Temas:
I - Patrimônio Histórico: Preservação, Dificultadores Arquitetônicos, Legislação de Acessibilidade e Atuação dos Orgãos Competentes.
(II) A Cidade Acessível: Plano de Reabilitação do Centro Antigo, Acessos, Projetos do Governo e Restauração de Monumentos.
(III) O Cadeirante e o Arquiteto: Questões da Mobilidade Urbana.

Cíntia Ribeiro
Assessoria de Comunicação do Crea-BA