Fortaleza, 14 de setembro de 2010.
O segundo dia do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua, que acontece até amanhã (15) em Fortaleza, iniciou com os assuntos pautados pelo Confea. O coordenador da Comissão de Articulação Institucional do Sistema (Cais), conselheiro federal Kleber Souza, falou sobre auxílio financeiro para publicações e eventos de interesse do Sistema Confea/Crea para 2011, constantes nas Decisões Plenárias PLs 1694/2009, 1695/2009 e 485/2008; auxilio financeiro extraordinário aos Regionais em casos de calamidade pública, constante na Decisão PL-915/2010 e Crea-Jr.
O presidente do Crea-RR, Carlos Bezerra Calheiros, questionou sobre o resultado das discussões que a Cais vem realizando em função do aporte financeiro para as entidades de classe, principalmente para aquelas dos pequenos centros. “Precisamos rever urgentemente a questão das entidades de classe. Como anda esse processo de atualização dos valores dos repasses? Essa análise estava sendo discutida há cerca de dois anos na Cais”, indagou.
Sobre essas decisões plenárias referentes a aporte de recursos, seus trâmites internos e os ritos processuais, o coordenador da Cais informou que a ideia da Cais é recepcionar as solicitações referentes às decisões plenárias, analisar e tentar aprimorá-las. “Estamos esperando as contribuições do Colégio de Presidentes e do Colégio de Entidades Nacionais”.
Para o presidente Marcos Túlio, não é papel do Confea se relacionar diretamente com as entidades regionais. “Cabe ao Confea se relacionar, por intermédio do Cden, com as entidades nacionais. A mudança de procedimento veio para apoiar os Regionais, para que eles possam apoiar essas entidades nos estados. Temos que discutir a proposta feita por Antonio Salvador de fortalecimento da representatividade das entidades, com a análise dos pleitos sendo feitas pelo Cden. Essa sim é uma ação inovadora”.
Quanto aos recursos repassados aos Creas em decorrência de calamidades, o presidente do Confea lembrou que a presença do Sistema nessas ocasiões, chegando muitas vezes em primeiro lugar, traz outro tipo de reconhecimento social para o Sistema, além de ajudar a resolver os problemas urgentes nas regiões.
Para finalizar, Marcos Túlio lembrou, ao falar do Crea-Jr, que é preciso que o Sistema entenda que o projeto é a chance de mudar de fato essa perspectiva de incorporar a força jovem. “É preciso investir maciçamente nessa formação de novas lideranças.
Histórico – O Crea-Jr surgiu em Minas Gerais no ano de 200o, com proposta apresentada pelos próprios estudantes, que levaram aos candidatos (da eleição em 2009) o pleito de criação de um espaço para os estudantes.
O coordenador do CP, Jonas Dantas, defendeu que o Sistema Confea/Crea e Mútua precisa articular a sua participação em muitas discussões nacionais, “a exemplo da incorporação, pelo Projeto Pensar o Brasil, das ações desenvolvidas pelo Instituto Nacional do Semi-Árido (INSA)”.
Ondine Bezerra
Assessoria de Comunicação do Confea
O segundo dia do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua, que acontece até amanhã (15) em Fortaleza, iniciou com os assuntos pautados pelo Confea. O coordenador da Comissão de Articulação Institucional do Sistema (Cais), conselheiro federal Kleber Souza, falou sobre auxílio financeiro para publicações e eventos de interesse do Sistema Confea/Crea para 2011, constantes nas Decisões Plenárias PLs 1694/2009, 1695/2009 e 485/2008; auxilio financeiro extraordinário aos Regionais em casos de calamidade pública, constante na Decisão PL-915/2010 e Crea-Jr.
O presidente do Crea-RR, Carlos Bezerra Calheiros, questionou sobre o resultado das discussões que a Cais vem realizando em função do aporte financeiro para as entidades de classe, principalmente para aquelas dos pequenos centros. “Precisamos rever urgentemente a questão das entidades de classe. Como anda esse processo de atualização dos valores dos repasses? Essa análise estava sendo discutida há cerca de dois anos na Cais”, indagou.
Sobre essas decisões plenárias referentes a aporte de recursos, seus trâmites internos e os ritos processuais, o coordenador da Cais informou que a ideia da Cais é recepcionar as solicitações referentes às decisões plenárias, analisar e tentar aprimorá-las. “Estamos esperando as contribuições do Colégio de Presidentes e do Colégio de Entidades Nacionais”.
Para o presidente Marcos Túlio, não é papel do Confea se relacionar diretamente com as entidades regionais. “Cabe ao Confea se relacionar, por intermédio do Cden, com as entidades nacionais. A mudança de procedimento veio para apoiar os Regionais, para que eles possam apoiar essas entidades nos estados. Temos que discutir a proposta feita por Antonio Salvador de fortalecimento da representatividade das entidades, com a análise dos pleitos sendo feitas pelo Cden. Essa sim é uma ação inovadora”.
Quanto aos recursos repassados aos Creas em decorrência de calamidades, o presidente do Confea lembrou que a presença do Sistema nessas ocasiões, chegando muitas vezes em primeiro lugar, traz outro tipo de reconhecimento social para o Sistema, além de ajudar a resolver os problemas urgentes nas regiões.
Para finalizar, Marcos Túlio lembrou, ao falar do Crea-Jr, que é preciso que o Sistema entenda que o projeto é a chance de mudar de fato essa perspectiva de incorporar a força jovem. “É preciso investir maciçamente nessa formação de novas lideranças.
Histórico – O Crea-Jr surgiu em Minas Gerais no ano de 200o, com proposta apresentada pelos próprios estudantes, que levaram aos candidatos (da eleição em 2009) o pleito de criação de um espaço para os estudantes.
O coordenador do CP, Jonas Dantas, defendeu que o Sistema Confea/Crea e Mútua precisa articular a sua participação em muitas discussões nacionais, “a exemplo da incorporação, pelo Projeto Pensar o Brasil, das ações desenvolvidas pelo Instituto Nacional do Semi-Árido (INSA)”.
Ondine Bezerra
Assessoria de Comunicação do Confea
