Carteira de Identidade Profissional

Brasília, 27 de outubro de 2010.

Encerrar o ano sem nenhuma pendência na emissão de Carteiras de Identidade Profissional, essa é uma das três metas a serem alcançadas pela Gerência de Tecnologia da Informação do Confea. As outras duas são o desenvolvimento dos módulos relativos às resoluções 1010 e 1025 que tratam, respectivamente, da regulamentação da atribuição de títulos profissionais e da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Lançando mão de novas tecnologias, o Confea, vem obtendo sucesso na solução e liberação de cerca de 50 mil carteiras de identidade profissional que ainda aguardam ser expedidas. Nesse total se incluem as que não podem ser impressas porque não atenderam ao padrão digital exigido na coleta da assinatura, impressão digital ou mesmo na foto -; pedidos recentes de recém-formados; solicitação de 2ª via e ainda de profissionais que se recadastraram.

O novo programa permite maior agilidade na relação entre o Crea, o Confea e a empresa que cuida da digitalização e impressão do documento.

“Antes o Crea recebia a documentação do recém-formado, colhia as imagens de impressão digital, foto e assinatura e enviava ao Confea que conferia as informações e mandava o arquivo gravado para a empresa responsável pela digitalização e impressão. Ela, por sua vez, nos devolvia outro arquivo confirmando recebimento. Esse por sua vez, era respondido imediatamente e assim a cada etapa do processo, até a impressão final. Hoje temos tudo isso via sistemas que conversam entre si por webservice. A gente disponibiliza a informação que é digitalizada imediatamente. Estamos finalizando a parte de impressão para fornecer para os Creas. No ritmo em que estamos, pretendemos finalizar esse trabalho até dezembro. Este mês já liberamos 15 mil carteiras, entre as que estavam pendentes e novos pedidos”, informa Flávio Melo, que comanda a Gerência de Tecnologia da Informação.

A Carteira de Identidade Profissional é um dos produtos gerados pelo SIC (Sistema de Informações Confea/Crea) criado e implantado a partir de 2005 para centralizar os dados dos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea, e que antes eram restritos aos Creas.

“O SIC implantou uma nova visão de padronização e otimização geral de dados cadastrais num sistema unificado. Até então, as informações eram consultadas regionalmente, via Creas, de maneira que quando o Confea recebia uma demanda, tinha que emitir ofícios para os 27 Regionais em busca da informação sobre determinado profissional, como registro, título, saber se estava ativo, se tinha visto, etc... Hoje conseguimos fazer isso na base do SIC com uma grande melhora na qualidade da informação”, constata Melo.

Maria Helena de Carvalho
Assessoria de Comunicação Social