Brasília, 29 de junho de 2010.
Conhecer as tecnologias aplicadas na construção civil pelos países asiáticos, visualizar oportunidades, trocar ideias e experiências e depois multiplicar as informações junto ao Sistema Confea/Crea é a missão do grupo que participará, de 08 a 12 de agosto próximo, em Sidney, na Austrália, da “5ª Conferência Internacional de Engenharia Civil da Região da Ásia”.
Na visão do engenheiro civil e conselheiro federal Idalino Hortêncio, um dos integrantes da delegação, “as expectativas de participação são as melhores já que o evento integra o calendário de reuniões do Conselho Mundial de Engenheiros Civis – WCCE - e tratará de mobilidade profissional, transferência de tecnologia e desastres naturais, temas atuais em todo planeta, a serem desenvolvidos por profissionais cuja capacidade é reconhecida”.
Idalino considera fundamental que o Confea mantenha relações com entidades internacionais e chama a atenção para a mobilidade profissional, um dos temas da conferência: “mobilidade significa abertura do mercado de trabalho e trânsito de engenheiros entre os continentes e isso preciso ser incentivado”.
Para ele, a participação em evento desse porte resultam em estabelecer estratégias e programas de integração internacional, além de propor inter-relações com instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, que envolvam o exercício das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea.
Além de Idalino, a delegação do Sistema Confea/Crea que irá a Sidney será composta por um representante do colegiado de Presidentes de Creas e de Entidades Nacionais, e também do presidente do Conselho Federal, Marcos Túlio de Melo - atual vice-presidente das Américas no Conselho Mundial de Engenheiros.
Pauta - Apesar de voltado para a engenharia civil, o evento na capital australiana também abrirá espaço para as impressionantes experiências de Cingapura e da Coreia do Sul que, no intervalo de uma geração, conseguiram se transformar em referências mundiais das indústrias naval e de petróleo.
Cenário - Tecnologicamente avançada e industrializada, a Austrália é multicultural e comparativamente a outros países, apresenta excelentes índices com relação a saúde, expectativa e qualidade de vida, desenvolvimento humano e educação pública. O país se destaca ainda pela liberdade econômica, bem como pela protecção de liberdades civis e direitos políticos.
A economia australiana é uma das maiores e mais avançadas do mundo. Mesmo tendo somente uma população estimada em 21 milhões de habitantes é atualmente a 17ª maior economia do mundo, segundo o Fundo Monetário Internacional.
Muito diversificada, a indústria desenvolve atividades ligadas ao setor primário, com a produção de alimentos, principalmente gado ovino e de seus derivados. As fazendas no interior do país são modernas e avançadas, e formam o arcabouço da economia australiana. Além de vinhos, trabaco, trigo e aexploração mineral, as atividades que exigem maior tecnologia são a indústria de máquinas e equipamentos, a química, metalúrgica, siderúrgica e petroquímica.
O setor de serviços tem o maior peso, principalmente pelo fator turístico. A indústria e a agricultura representam um importante papel. As exportações australianas também incluem bens alimentícios, como carne e trigo, e minérios, como bauxita, chumbo, níquel, manganês, além de ouro e prata.
O país foi classificado em segundo lugar no índice de Desenvolvimento Humano da ONU de 2007, e em sexto na lista de qualidade de vida mundial do The Economist em 2005.
Todas as principais cidades da Austrália estão bem no mundial dos comparativos de vivibilidade: Melbourne chegou em 2 º lugar na lista de cidades mais habitáveis do mundo do The Economist em 2008, seguida por Perth em 4º, Adelaide em 7º, e Sydney 9º.
Maria Helena de Carvalho
Assessoria de Comunicação do Confea
