sexta-feira, 29 de agosto de 2008
A secretaria de estado da Infra-estrutura (Seinf), em parceria com o Sebrae-AP, realizou nesta quarta-feira, 27, no auditório do Sebrae, o II Seminário Estadual de Habitação. O evento teve como principal objetivo apresentar subsídios técnicos à elaboração do Plano Estadual de Habitação (Pehis) a ser implementado em todos os municípios do Amapá, orientando o planejamento das ações públicas e privadas para um melhor aproveitamento dos recursos que serão aplicados nos programas oficiais de habitação a partir de 2009. O público-alvo do evento foram gestores públicos, profissionais, pesquisadores, lideranças comunitárias e de movimentos sociais.
O seminário também procurou identificar quais os entraves institucionais, legais e financeiros do setor habitacional, além de mapear os principais pontos de conflito em torno da questão habitacional no estado, desenvolvendo ainda processos de elaboração e suporte técnico aos planos municipais de habitação.
Um dos principais palestrantes do evento foi o arquiteto e professor Cicerino Cabral, de Belém (PA), que apresentou um diagnóstico do Plano Habitacional do estado, em discussão no encontro. Ele também falou sobre as áreas de ressaca, fenômeno bastante comum na região amazônica. Segundo o arquiteto, a ocupação nessas áreas precisa respeitar o que determina o Plano Diretor de cidades como Macapá.
"Hoje a visão que se tem dessa questão é no sentido de tentar melhorar esses espaços e remanejar o mínimo possível. É claro que isso deverá ser feito em função da questão ambiental. Hoje em dia, se sabe que as ressacas estão protegidas por lei e pelo Plano Diretor. Então, há que se ter uma compatibilidade nisso e esse trabalho precisa ser feito dentro de uma visão social", ponderou.
Segundo o presidente do Crea-AP, eng. agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira, que participou do evento a convite do governo do estado, a questão habitacional no Amapá requer respostas urgentes do Poder Público. “Macapá cresce de forma desordenada e a pressão demográfica sobre o perímetro urbano da cidade exige uma política habitacional equilibrada e socialmente justa”, disse. (Com informações do Jornal do Dia)
Adilson Poltroniere
Comunicação do Crea-AP
A secretaria de estado da Infra-estrutura (Seinf), em parceria com o Sebrae-AP, realizou nesta quarta-feira, 27, no auditório do Sebrae, o II Seminário Estadual de Habitação. O evento teve como principal objetivo apresentar subsídios técnicos à elaboração do Plano Estadual de Habitação (Pehis) a ser implementado em todos os municípios do Amapá, orientando o planejamento das ações públicas e privadas para um melhor aproveitamento dos recursos que serão aplicados nos programas oficiais de habitação a partir de 2009. O público-alvo do evento foram gestores públicos, profissionais, pesquisadores, lideranças comunitárias e de movimentos sociais.
O seminário também procurou identificar quais os entraves institucionais, legais e financeiros do setor habitacional, além de mapear os principais pontos de conflito em torno da questão habitacional no estado, desenvolvendo ainda processos de elaboração e suporte técnico aos planos municipais de habitação.
Um dos principais palestrantes do evento foi o arquiteto e professor Cicerino Cabral, de Belém (PA), que apresentou um diagnóstico do Plano Habitacional do estado, em discussão no encontro. Ele também falou sobre as áreas de ressaca, fenômeno bastante comum na região amazônica. Segundo o arquiteto, a ocupação nessas áreas precisa respeitar o que determina o Plano Diretor de cidades como Macapá.
"Hoje a visão que se tem dessa questão é no sentido de tentar melhorar esses espaços e remanejar o mínimo possível. É claro que isso deverá ser feito em função da questão ambiental. Hoje em dia, se sabe que as ressacas estão protegidas por lei e pelo Plano Diretor. Então, há que se ter uma compatibilidade nisso e esse trabalho precisa ser feito dentro de uma visão social", ponderou.
Segundo o presidente do Crea-AP, eng. agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira, que participou do evento a convite do governo do estado, a questão habitacional no Amapá requer respostas urgentes do Poder Público. “Macapá cresce de forma desordenada e a pressão demográfica sobre o perímetro urbano da cidade exige uma política habitacional equilibrada e socialmente justa”, disse. (Com informações do Jornal do Dia)
Adilson Poltroniere
Comunicação do Crea-AP
