Durante todo o dia de hoje, cerca de 60 pessoas que nos Creas são responsáveis por resolver as questões relativas à Carteira de Identificação Profissional estão reunidas em Brasília, na sede do Confea, para um treinamento especial.
“Num esforço conjunto, pretendemos acelerar o processo de produção e entrega do documento”, sintetiza Maria Cristina Basili, gerente da Gerência de Tecnologia da Informação, área que coordena o treinamento que inclui a presença de representantes da Interprint, empresa responsável pela impressão das carteiras de identificação profissional.
Ao aproveitamento do seminário, feito para esclarecer dúvidas sobre como capturar imagens e dados para a confecção da carteira, a aposta de Cristina se soma aos kits de digitalização entregues aos Creas em outubro e que “darão melhores condições de trabalho a quem atende o público”.
Documento de importância comparável ao da carteira de identidade com o número do Registro Geral, o RG de cada cidadão, a carteira de identificação profissional é a garantia de comprovação dos estudos feitos e fundamental para atuar profissionalmente, seja na iniciativa pública ou privada.
Nessa linha de raciocínio, o conselheiro federal Anderson Fioreti, presente no treinamento, informou que a partir de uma demanda registrada pela Ouvidoria do Confea, o treinamento foi elaborado para esclarecer dúvidas e dificuldades de operacionalização apresentadas pelos próprios Creas, “o que garante, de saída, um bom aproveitamento das atividades programadas para hoje”, acredita ele que ao se dirigir aos participantes disse que “é preciso resolver as pendências relativas ao documento. Temos o suporte técnico dos kits e a preparação de pessoal para o atendimento está se dando por meio de treinamentos como este que acontece hoje em Brasília”.
"Marcelo Roma, do Crea-MA"Segundo dados revelados pela Ouvidoria, atualmente 683 carteiras de identificação profissional estão pendentes porque apresentam algum tipo de problema geralmente foto capturada fora do padrão e esperam solução para serem enviadas aos profissionais. “Esse número corresponde a 40% das demandas que chegam à Ouvidoria”, afirma Edgar Bacelar, gerente do departamento.
Renato Andrade, que responde pela Superintendência de Planejamento, Programas e Projetos, ao participar da abertura do treinamento, disse que “a entrega das carteiras é, junto com a fiscalização, a principal atividade dos Creas e por ser um serviço público, tem que ter qualidade, tanto pelo prazo para entrega quanto na clareza das informações contidas no documento”.
Além de reforçar a importância da carteira de identidade profissional, Fioreti destacou que ao elaborar seu planejamento estratégico, o Confea que vem modernizando sua administração, “está cada vez mais empenhado em prestar um serviço público de qualidade”.
"Maria Helena, do Crea-SP"Creas Para o agente administrativo Marcelo Roma, responsável pela digitalização das imagens no Crea do Maranhão, o treinamento está sendo muito proveitoso. “É uma oportunidade para tirarmos as dúvidas em relação ao sistema e obter informações sobre como proceder com o novo equipamento de digitalização”, afirmou Marcelo. Para ele, a realização de um treinamento único para todos os Regionais aumenta o aproveitamento das informações. “As dúvidas de um Crea podem contribuir para solucionar as de outro”, ressalta.
Maria Helena Vasconcelos Melo, responsável pela digitalização e distribuição das carteiras no Crea-SP também acredita que o treinamento está sendo válido. Para ela as informações estão sendo repassadas de forma clara e, por isso, o aproveitamento está sendo melhor do que o de outro evento com o mesmo objetivo, realizado em 2009. “Dessa vez a proposta é realmente resolver os problemas que estão sendo enfrentados nos regionais”, afirma Maria Helena. Ela destaca a peculiaridade do Crea-SP, que é a de ter um volume muito grande de profissionais requerendo a carteira. “Estamos conseguindo fazer a digitalização da primeira via das carteiras num prazo razoável, de 20 dias. Mas quando se trata de segunda via o prazo costuma ser maior, porque aí dependemos do Sistema de Informações Confea/Crea, o SIC), informa ela.
Maria Helena de Carvalho e Mariana Silva Assessoria de Comunicação Social