Brasília, 3 de dezembro de 2008
O Centro de Convenções Ulysses Guimarães transformou-se num palco de diversidades, por onde passam representantes de vários países. Os idiomas, as roupas e as características culturais denunciam as diferenças de cada nação que, durante o Congresso Mundial de Engenheiros (WEC 2008), unem-se com um só propósito: discutir inovação tecnológica e com responsabilidade social. È o caso do Kwait, representado por 50 profissionais do setor, segundo conta o presidente da Sociedade de Engenheiros daquele país, Talal M. Al-Qahtani. "Esta é uma grande oportunidade de adquirir conhecimento e enfrentar os novos desafios mundiais, os quais somente a tecnologia dispõe de recursos técnicos para contribuir com a humanidade", comenta Al-Qahtani, destacando a questão da energia e os investimentos necessários para a sua utilização.
Discussões sobre o setor energético durante o Congresso também atraíram profissionais do México e da China. O chinês Xiaofeng Peng diz que participa da WEC com mais nove pessoas. “Nem todos do grupo são engenheiros”, comenta, “mas há um grande interesse em conhecer a indústria da engenharia e novos empreendimentos ligados ao setor”. Do México, a delegação totaliza 50 pessoas, conforme os engenheiros Juan José Echevarria Reyes e GonzaloGarcia Rocha. De acordo com eles, parte do interesse da delegação é manterem-se atualizados quanto aos diferentes ramos da engenharia, conhecendo casos de êxito de cada país, incluindo o Brasil.
A Argentina, que também sediará um congresso mundial dessa área, em 2010, também está bem representada, com a presença de 40 profissionais. "Nossa intenção é promover intercâmbio, ampliar o relacionamento internacional e também divulgar o nosso evento", comenta o engenheiro civil Jose Jauregui.
Por Dione Santana
Equipe de Comunicação da WEC
