Brasília, 5 de dezembro de 2008
O Congresso Mundial de Engenheiros, que teve como tema "Engenharia: Inovação com responsabilidade social", recebeu mais de 30 palestrantes, nacionais e internacionais. A maior parte deles revelou uma preocupação em comum: de que forma o mundo pode se tornar sustentável. Exemplo são os palestrantes Cláudio Boër, presidente da Intelligent Manufacturing Systems, e Renata Ribeiro, a responsável pela formação de Recursos Humanos na área gerencial e tecnológica para a Petrobrás. Eles falaram sobre inovações sustentáveis, de acordo com a área de atuação de cada um.
Boër destacou que é necessário investir em inovação e conhecimento dentro das empresas, pois só assim é possível criar um modelo de comércio sustentável. Para isso, as empresas devem mudar todo o ciclo dos processos produtivos, desde a produção à venda. Uma saída que ele vê para empresas, neste momento, é a customização (ou personalização) de produtos, isso causaria impacto no modelo de negócios. Ainda segundo Boër, existem dois modelos de negócios: os que produzem e tentam "empurrar" o produto no mercado e os que aguardam o cliente solicitar para poder produzir. Segundo ele, a segunda forma seria a mais sustentável, pois não gera produção sobressalente.
Já Renata Ribeiro, sob uma ótica mais humanista, revela que 77% das pessoas responsáveis pelo recrutamento corporativo preferem os candidatos com consciência socioambiental. Neste sentido, ela afirma que as empresas devem estar atentas ao desenvolvimento profissional, preocupando-se com o planejamento, execução e revisão de seus projetos, de forma a manter a consciência dos funcionários em relação ao compromisso com o meio ambiente e sociedade.
Sobre a atuação dos engenheiros, Ribeiro alerta sobre as grandes responsabilidades que recaem sobre eles, como dar alternativas à forma atual de utilização de energia, meios de exploração de petróleos e outros combustíveis com menos degradação do meio ambiente. "O engenheiro deve perceber que tudo que ele tira da natureza é preciso ser reposto, se não, o papel da engenharia deve ser revisto".
Aryana Aragão
Equipe de Comunicação do Confea
O Congresso Mundial de Engenheiros, que teve como tema "Engenharia: Inovação com responsabilidade social", recebeu mais de 30 palestrantes, nacionais e internacionais. A maior parte deles revelou uma preocupação em comum: de que forma o mundo pode se tornar sustentável. Exemplo são os palestrantes Cláudio Boër, presidente da Intelligent Manufacturing Systems, e Renata Ribeiro, a responsável pela formação de Recursos Humanos na área gerencial e tecnológica para a Petrobrás. Eles falaram sobre inovações sustentáveis, de acordo com a área de atuação de cada um.
Boër destacou que é necessário investir em inovação e conhecimento dentro das empresas, pois só assim é possível criar um modelo de comércio sustentável. Para isso, as empresas devem mudar todo o ciclo dos processos produtivos, desde a produção à venda. Uma saída que ele vê para empresas, neste momento, é a customização (ou personalização) de produtos, isso causaria impacto no modelo de negócios. Ainda segundo Boër, existem dois modelos de negócios: os que produzem e tentam "empurrar" o produto no mercado e os que aguardam o cliente solicitar para poder produzir. Segundo ele, a segunda forma seria a mais sustentável, pois não gera produção sobressalente.
Já Renata Ribeiro, sob uma ótica mais humanista, revela que 77% das pessoas responsáveis pelo recrutamento corporativo preferem os candidatos com consciência socioambiental. Neste sentido, ela afirma que as empresas devem estar atentas ao desenvolvimento profissional, preocupando-se com o planejamento, execução e revisão de seus projetos, de forma a manter a consciência dos funcionários em relação ao compromisso com o meio ambiente e sociedade.
Sobre a atuação dos engenheiros, Ribeiro alerta sobre as grandes responsabilidades que recaem sobre eles, como dar alternativas à forma atual de utilização de energia, meios de exploração de petróleos e outros combustíveis com menos degradação do meio ambiente. "O engenheiro deve perceber que tudo que ele tira da natureza é preciso ser reposto, se não, o papel da engenharia deve ser revisto".
Aryana Aragão
Equipe de Comunicação do Confea
