Brasília, 21 de janeiro de 2011.
Em audiência esta manhã com Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo, convidou o ministro para o Encontro de Lideranças 2011, que acontece em Brasília de 21 a 26 de fevereiro, e para participar do painel sobre “Política Nacional de CT&I e Política de Desenvolvimento Produtivo”, que acontece no dia 22.02.
O Confea e o MDIC têm um relacionamento consolidado, com ações conjuntas sendo desenvolvidas, a exemplo dos convênios e protocolos de intenções firmados com o intuito de empenhar esforços para o desenvolvimento de relações bilaterais, como as que já estão sendo mantidas com os Estados Unidos, Chile, Bolívia, Angola, Portugal, Espanha, China e que são desenvolvidas por intermédio do trabalho coordenado pelo Ministério.
“Participamos de cinco missões na Expo Xangai 2010. Fomos convidados pela Agência Brasileira de Promoção de Investimentos e Exportações (Apex) ligada ao MIDC para participar da organização dos Fóruns Temáticos Brasileiros na Exposição. Vimos aí uma oportunidade para estreitar as relações, não só profissionais, mas inserir os profissionais brasileiros num processo de integração necessário. Além de indicar palestrantes, o Confea contribui com a Comissão Interministerial para a Expo Xangai ao organizar as visitas técnicas do evento, como, por exemplo, à cidade sustentável Dongtan”, informou Marcos Túlio.
Ele também levou ao conhecimento do ministro as ações desenvolvidas pelo Confea e sua atuação internacional na União Panamericana de Associações de Engenheiros (Upadi), na Comissão de Integração de Agrimensura, Agronomia, Arquitetura, Geologia e Engenharia para o Mercosul (Ciam) e no Conselho Mundial de Engenheiros Civis (WCCE), dentre outros órgão internacionais.
Para Fernando Pimentel a relação entre o MDIC e o Confea só tem a crescer. “Vamos, certamente, demandar muito para o Confea, tanto nas questões técnicas, quanto nas missões”, afirmou o ministro. Ele também falou sobre a necessidade de o Brasil ter mais velocidade para o registro de patentes, sejam nacionais ou internacionais. “Hoje há uma espera de três anos para o registro. Precisamos avançar e ter mais velocidade. Para isso focaremos no planejamento”, adiantou.
Ondine Bezerra
Assessoria de Comunicação do Confea
