Vitória, 15 de setembro de 2008
Quais os índices de cobertura dos serviços de saneamento básico? O que é o manejo de resíduos sólidos (lixo)? Quem é o responsável pela operação dos serviços de limpeza urbana municipal? Qual o desembolso médio das prefeituras com a operação dos serviços de limpeza urbana? Quais os índices de coleta de resíduos? Qual o destino final dos resíduos sólidos? Estas e outras importantes perguntas estão respondidas na cartilha ”Compreenda o saneamento ambiental”, que o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) produziu e vai disponibilizar a partir da próxima segunda-feira (15).
A publicação, editada de forma didática, é rica em estatísticas e estará disponível, gratuitamente, para profissionais e empresas de engenharia, arquitetura e agronomia, além de gestores públicos, parlamentares, lideranças do movimento popular e sindical, jornalistas e para a sociedade em geral.
A cartilha enfoca aspectos políticos, gerenciais e legais do saneamento no Brasil, destacando o novo marco regulatório nacional, definido pela Lei Federal 11.445/2007.
De acordo com o presidente do Cr5ea-ES, engenheiro Luis Fiorotti, “desde a inauguração de Brasília, o país consolida um acelerado processo de urbanização que está longe da estabilização. Os impactos negativos dessa dinâmica estão diante de nossos olhos. Universalizar e qualificar os serviços de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, da limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, da drenagem das águas pluviais e do controle ambiental da ocupação do solo urbano, se constitui num desafio que ultrapassa as barreiras ideológicas e que requer esforços conjuntos do estado nas três esferas da Federação, da iniciativa privada e de toda população brasileira”.
“Há esperanças, quando planejamento e ação andam juntos”, enfatiza Fiorotti.
Equipe de Comunicação do Crea-ES
