Brasília, 29 de novembro de 2008
A Ação Crea Comunidade realizada no município de Santana, localizado a 22 quilômetros de Macapá, encerrou nesta sexta-feira, 28, repetindo o mesmo sucesso de suas duas edições anteriores ocorridas na zona Norte de Macapá, nos bairros Novo Horizonte e Brasil Novo. A ação aconteceu na Inspetoria de Santana e contou com o apoio de uma equipe de colaboradores do Crea-AP. O atendimento foi feito mediante a entrega de 1 (um) quilo de alimento não-perecível, cuja arrecadação será doada a famílias carentes cadastradas no programa Natal Solidário do Crea-AP.
A iniciativa tem como objetivo descentralizar os procedimentos administrativos e operacionais para a regularização de obras de construção, reforma e ampliação de imóveis residenciais, resolver eventuais pendências de processos em tramitação no Crea-AP e facilitar o acesso de pessoas de baixa renda ao programa de Engenharia e Arquitetura Públicas, que consiste em oferecer assistência técnica gratuita sobre como construir com segurança e menor custo.
Para prestar esse tipo de atendimento, um grupo de profissionais formados por engenheiros, arquitetos e técnicos em edificações revezaram-se durante toda a semana dando orientações e dicas importantes sobre como construir com segurança e economia, evitando o desperdício na hora de comprar o material para a execução da obra.
“O que acontece normalmente é que as pessoas acabam gastando cerca de 30% além do que deveriam gastar quando não recebem a orientação de um profissional habilitado”, adverte o engenheiro civil Ozéias Salviano, assistente técnico do Crea-AP e um dos idealizadores do projeto.
Segundo o chefe de fiscalização externa do Crea-AP e um dos coordenadores do projeto, Alan Rodrigues, durante a semana foram mais de cem atendimentos efetivos, sem contar com as pessoas que compareceram ao local somente para obter informações sobre a ação.
“Ficamos surpresos com o número de pessoas que vieram espontaneamente proceder ao registro da obra, mesmo antes da visita dos fiscais. Isso demonstra uma mudança de comportamento, pois até há algum tempo atrás a maioria das pessoas só procuravam o Crea depois de serem notificadas pela fiscalização”, revela.
Adilson Poltroniere
Comunicação Crea-AP
