Campo Grande, 4 de maio de 2009
Acontece nesta segunda-feira (4) a partir das 19h30, no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul (Crea-MS), a palestra Aproveitamento de águas de chuva, ministrada por Jack Sickermann, Gilberto Jacques Severo e o engenheiro Paulo Shaeffer, que mostrarão como as intervenções urbanas interferem no ciclo hidrológico e por que é importante reestabelecê-lo. Eles apresentarão técnicas para o bom aproveitamento da água da chuva, mecanismos e custos dos kits industrial e residencial da marca Acquasave.
A água da chuva tem sido vista por especialistas como uma boa alternativa para diminuir o consumo de água potável, uma vez que esse recurso está cada vez mais escasso no planeta. De acordo com dados da ONG Uniágua, de toda quantidade de água existente no mundo, apenas 0,007% pode ser consumida pelo ser humano. O volume de água na Terra é de 1,35 milhões de quilômetros cúbicos, sendo que 97,5% desse volume é água salgada e 2,5% água doce, que está situada em regiões de difícil acesso, como aquíferos e geleiras.
O Brasil detém 11,6% da água doce superficial do mundo, sendo que 70% desse total está na Amazônia e os outros 30% divide-se de forma desigual por todo país e atende a 93% da população. Por isso, utilizar a água de forma consciente é indispensável nos dias de hoje. Segundo o técnico da Acquasave, Jack Sickermann, a utilização da água da chuva para fins não potáveis gera diversos impactos ao meio-ambiente. “Com a chuva, aproveita-se um recurso localmente disponível e há vários impactos positivos, seja em energia ou em água tratada, que deve servir para fins mais nobres”.
O Acquasave é um sistema para aproveitamento de água de chuva, que consiste em substituir o uso da água pluvial para fins não potáveis, tais como lavagem de veículos, pisos, descargas de vasos sanitários, tratamentos de metais, entre outras possibilidades. Esse reaproveitamento reflete em benefícios ambientais e econômicos. Jack afirma que a economia na área residencial pode chegar a 45%. Já nas indústrias, onde o consumo é maior, não há um índice exato de economia, mas o retorno no investimento se dá entre 18 e 36 meses.
Para mais informações sobre a palestra entre em contato pelos telefones (67) 3368-1000 ou (67) 9953-4425.
Janine Gonzalez
Ass. Comunicação Crea-MS
