Crea-GO reúne área tecnológica na abertura do Congresso Estadual de Profissionais

Brasília, 16 de maio de 2010.

O presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo, participou, na manhã da última quinta-feira (13), em Goiânia, da abertura do 7o Congresso Estadual de Profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CEP). Ao falar sobre os cinco eixos temáticos que serão discutidos por todos os profissionais durante os CEPs e o Congresso Nacional de Profissionais (CNP), Túlio provocou a reflexão perguntando ao grupo o que será do Brasil nos próximos anos? Quais os desafios? Quais as propostas e metas do Sistema Profissional para o país?

Citando frase de Amir Klink, ao afirmar que “nenhum vento é bom, se não se sabe para onde se quer ir”, o presidente do Confea ressaltou aos participantes a necessidade de os profissionais integrantes do Sistema saberem para onde querem ir e quais projetos serão desenvolvidos no planejamento desse futuro.

Segundo o presidente do Crea-GO, Gerson Taguatinga, o Regional já tem uma definição: “a nossa meta é a interiorização e o apoio aos profissionais do interior.  Nas inspetorias, teremos praticamente tudo que temos aqui na sede do Crea”, salientou. Para priorizar esse processo de interiorização o Crea-GO levou à Goiânia lideranças de muitos municípios para participarem do CEP.

O ex-presidente do Crea-GO e presidente da Agência Municipal de Obras de Goiás, Francisco de Almeida, lembrou aos profissionais presentes a necessidade de o Sistema Confea/Crea participar de discussões de interesse coletivo. “Quando vamos interferir nesse processo político se não participarmos dele?”, questionou, ao ressaltar a importância da mobilização da categoria.

O presidente do Crea-DF, Francisco Machado, que foi prestigiar o CEP de Goiás, lembrou que o Crea Centro-Oeste – integrado pelos Creas do Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Goiás – tem muita força para mudar. “Temos que vencer a nós mesmos e depois mudar o Sistema”, afirmou.

Francisco Machado também lembrou que o Congresso Nacional de Profissionais (CNP) – que é precedido pelos CEPs – nasceu historicamente de um processo constituinte. “Nele discutido questões internas e externas, de nosso interesse e da sociedade, por isso a palavra-chave do nosso congresso é a participação”, finalizou.

Além de conselheiros regionais, diretores regionais da Mútua, integrantes de entidades de classe com representação no Crea, representantes de instituições de ensino e regionais, também fizeram parte do CEP-GO o conselheiro federal Idalino Hortêncio e o coordenador do CEP no estado, Daniel Demori, ambos apresentando palestras.

Ondine Bezerra
Assessoria de Comunicação do Confea