Goiânia, 19 de maio de 2010.
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea-GO) realizou no último dia 13, no Centro de Convenções de Goiânia, o 7º Congresso Estadual dos Profissionais do Estado de Goiás (7º CEP).
O presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), eng. civ. Marcos Túlio de Melo, enfatizou que o CEP significa planejar o futuro e a inserção do Sistema Confea/Crea no futuro no Brasil. Para ele, os desafios do futuro passam por uma boa base de formação. A educação e a formação profissional são os diferenciais para o processo de desenvolvimento do país e, por isso, universidades e escolas técnicas têm que reformar suas matrizes curriculares para atender às necessidades e especializações do mercado. O presidente do Confea também defendeu uma representação forte no estado de Goiás e no Brasil. “Nossas entidades de classe e sindicatos estão pulverizadas e, por isso, enfraquecidas. Temos que nos coligar para sermos fortes, organizados, reconhecidos e valorizados”. E alertou: “Nossa categoria profissional tem que intervir, de forma organizada, nos municípios por meio de políticas públicas e sociais”.
O engenheiro Francisco de Almeida, ex-presidente do Crea-GO e atual presidente da Amob, fez uma ressalva aos participantes do Congresso. “Os profissionais da área tecnológica devem participar ativamente do processo político nos municípios, nos estados e no Brasil. Se tiverem a oportunidade de ocupar um cargo público, valorizem nossa categoria. Estamos vivendo um momento ímpar no Brasil. A porcentagem de 75% do PIB está nas mãos dos profissionais tecnológicos. Por isso, temos condições para fazer acontecer e ajudar no desenvolvimento do país”, disse.
No seu discurso, o presidente do Crea-DF, eng. Francisco Machado, lembrou a origem do Congresso, que aconteceu em 1991, em São Paulo. “Estamos diante de uma constituinte para discutir a legislação interna e externa de nosso Sistema Profissional para promover mudanças. A palavra-chave deste evento é participação. Sem ela, não vamos mudar nada. E quando se fala em participação, temos que incluir a juventude. Caso contrário, o sistema envelhece. A juventude mobiliza para a mudança. A sociedade não reconhece nossa categoria profissional como formuladora de políticas públicas. Isso tem que mudar. Por isso, este congresso é especial, ele vai nos motivar a propor mudanças. Precisamos mudar a opinião da sociedade”, afirmou.
O anfitrião do evento e presidente do Crea-GO, eng. Gerson Taguatinga, agradeceu a presença dos profissionais no evento. “O CEP contribui para a melhoria da eficiência, da eficácia e da efetividade da organização profissional, bem como da fiscalização do exercício das profissões regulamentadas. No final quem se beneficia é a sociedade que terá aos seus serviços profissionais atualizados e preparados para defender os interesses do cidadão”, argumentou.
Ainda pela manhã os profissionais assistiram à uma palestra com o tema Conjuntura e os Desafios para o Desenvolvimento Brasileiro, ministrada por Hamilton Pereira da Silva, ex-presidente da Fundação Perseu Abramo e estudioso das questões urbanas. Já no período vespertino os participantes dividiram-se e reuniram-se em três Grupos de Trabalhos (GTs). Cada grupo ficou responsável por discutir propostas, o primeiro GT ficou com o tema Formação Profissional, o segundo ficou com o tema Exercício Profissional e o terceiro debateu Organização profissional, Integração Profissional e Inserção Internacional.
Após a reunião dos GTs, os profissionais apresentaram as propostas que aprovaram para serem levadas ao plenário. Posteriormente, 46 votos elegeram nove delegados, três com mandato e seis sem mandato, para serem os representantes no CNP em Cuiabá. O coordenador do CEP avaliou o evento como muito positivo. “Nós tivemos a participação de profissionais de todas as regiões, que estiveram presentes até o final. Tivemos uma disputa acirrada, nós tivemos propostas bastante interessantes que certamente vão contribuir para uma discussão bastante profunda na nosso CEP nacional que acontecerá em Cuiabá. Então a participação do Crea-GO foi bastante significativa para todo o processo”, argumentou.
DELEGADOS ELEITOS
Com Mandato
Engenheiro Civil Firelênio Wesley Fraga – Representante de Anápolis
Téc. em Agropecuária César Alves de Lima Junior – Representante de Varjão
Téc. em Zootecnia e em Agricultura Josilene Pereira de Oliveira – Repres. de Pires do Rio
Sem Mandato
Téc. em Eletrotécnica Temístocles Mendes Ribeiro – Goiânia
Eng. Civil Ricardo Veiga – Representante de Goiânia
Geógrafo Elias. F. Barros – Representante de Catalão
Eng. Eletricista Roberto Bessa Araújo – Representante de Rio Verde
Engenheiro Agrônomo Irumuara I. Uliana – Representante de Rio Verde
Téc. em Agropecuária Franciel Gonçalves dos Reis – Representante de Porangatu
Assessoria de Comunicação do Crea-GO
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea-GO) realizou no último dia 13, no Centro de Convenções de Goiânia, o 7º Congresso Estadual dos Profissionais do Estado de Goiás (7º CEP).
O presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), eng. civ. Marcos Túlio de Melo, enfatizou que o CEP significa planejar o futuro e a inserção do Sistema Confea/Crea no futuro no Brasil. Para ele, os desafios do futuro passam por uma boa base de formação. A educação e a formação profissional são os diferenciais para o processo de desenvolvimento do país e, por isso, universidades e escolas técnicas têm que reformar suas matrizes curriculares para atender às necessidades e especializações do mercado. O presidente do Confea também defendeu uma representação forte no estado de Goiás e no Brasil. “Nossas entidades de classe e sindicatos estão pulverizadas e, por isso, enfraquecidas. Temos que nos coligar para sermos fortes, organizados, reconhecidos e valorizados”. E alertou: “Nossa categoria profissional tem que intervir, de forma organizada, nos municípios por meio de políticas públicas e sociais”.
O engenheiro Francisco de Almeida, ex-presidente do Crea-GO e atual presidente da Amob, fez uma ressalva aos participantes do Congresso. “Os profissionais da área tecnológica devem participar ativamente do processo político nos municípios, nos estados e no Brasil. Se tiverem a oportunidade de ocupar um cargo público, valorizem nossa categoria. Estamos vivendo um momento ímpar no Brasil. A porcentagem de 75% do PIB está nas mãos dos profissionais tecnológicos. Por isso, temos condições para fazer acontecer e ajudar no desenvolvimento do país”, disse.
No seu discurso, o presidente do Crea-DF, eng. Francisco Machado, lembrou a origem do Congresso, que aconteceu em 1991, em São Paulo. “Estamos diante de uma constituinte para discutir a legislação interna e externa de nosso Sistema Profissional para promover mudanças. A palavra-chave deste evento é participação. Sem ela, não vamos mudar nada. E quando se fala em participação, temos que incluir a juventude. Caso contrário, o sistema envelhece. A juventude mobiliza para a mudança. A sociedade não reconhece nossa categoria profissional como formuladora de políticas públicas. Isso tem que mudar. Por isso, este congresso é especial, ele vai nos motivar a propor mudanças. Precisamos mudar a opinião da sociedade”, afirmou.
O anfitrião do evento e presidente do Crea-GO, eng. Gerson Taguatinga, agradeceu a presença dos profissionais no evento. “O CEP contribui para a melhoria da eficiência, da eficácia e da efetividade da organização profissional, bem como da fiscalização do exercício das profissões regulamentadas. No final quem se beneficia é a sociedade que terá aos seus serviços profissionais atualizados e preparados para defender os interesses do cidadão”, argumentou.
Ainda pela manhã os profissionais assistiram à uma palestra com o tema Conjuntura e os Desafios para o Desenvolvimento Brasileiro, ministrada por Hamilton Pereira da Silva, ex-presidente da Fundação Perseu Abramo e estudioso das questões urbanas. Já no período vespertino os participantes dividiram-se e reuniram-se em três Grupos de Trabalhos (GTs). Cada grupo ficou responsável por discutir propostas, o primeiro GT ficou com o tema Formação Profissional, o segundo ficou com o tema Exercício Profissional e o terceiro debateu Organização profissional, Integração Profissional e Inserção Internacional.
Após a reunião dos GTs, os profissionais apresentaram as propostas que aprovaram para serem levadas ao plenário. Posteriormente, 46 votos elegeram nove delegados, três com mandato e seis sem mandato, para serem os representantes no CNP em Cuiabá. O coordenador do CEP avaliou o evento como muito positivo. “Nós tivemos a participação de profissionais de todas as regiões, que estiveram presentes até o final. Tivemos uma disputa acirrada, nós tivemos propostas bastante interessantes que certamente vão contribuir para uma discussão bastante profunda na nosso CEP nacional que acontecerá em Cuiabá. Então a participação do Crea-GO foi bastante significativa para todo o processo”, argumentou.
DELEGADOS ELEITOS
Com Mandato
Engenheiro Civil Firelênio Wesley Fraga – Representante de Anápolis
Téc. em Agropecuária César Alves de Lima Junior – Representante de Varjão
Téc. em Zootecnia e em Agricultura Josilene Pereira de Oliveira – Repres. de Pires do Rio
Sem Mandato
Téc. em Eletrotécnica Temístocles Mendes Ribeiro – Goiânia
Eng. Civil Ricardo Veiga – Representante de Goiânia
Geógrafo Elias. F. Barros – Representante de Catalão
Eng. Eletricista Roberto Bessa Araújo – Representante de Rio Verde
Engenheiro Agrônomo Irumuara I. Uliana – Representante de Rio Verde
Téc. em Agropecuária Franciel Gonçalves dos Reis – Representante de Porangatu
Assessoria de Comunicação do Crea-GO
