Congresso reúne, hoje e amanhã, profissionais da área tecnológica em Campo Grande

Campo Grande, 20 de maio de 2010.

Depois de percorrer as cidades de Chapadão do Sul, Três Lagoas, Corumbá, Coxim e Dourados, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul (Crea-MS) realiza hoje e amanhã, a etapa de Campo Grande do 6º Congresso Estadual de Profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia (6º CEP-MS). O evento está sendo realizado no auditório Arquiteto Arnaldino da Silva, na sede do Conselho em Campo Grande e exibido ao vivo pelo site www.creams.org.br.

Com o tema “Construindo uma agenda estratégica para o sistema profissional: desafios, oportunidades e visão do futuro”, no CEP são debatidos temas inerentes à atuação dos profissionais ligados ao Sistema Confea/Crea.

O presidente do Crea-MS, engenheiro Jary Castro explica que essa é uma oportunidade para os profissionais apresentarem propostas que podem se transformar em ações que serão desenvolvidas por todos os Regionais do país. “Os Congressos Estaduais de Profissionais (CEPs) acontecem num ano importante da política brasileira, onde serão eleitos o presidente, governadores, senadores e deputados federais e estudais. Nesse momento, os cidadãos-profissionais são desafiados a discutirem as mudanças inadiáveis demandadas pelos estados e pelo país e elegerem os mais aptos a viabilizá-las”.

O cenário é promissor para as áreas tecnológicas no país, que registra cerca de R$ 332 bilhões de investimentos em infraestrutura e em que há carência de mão de obra. No caso de Mato Grosso do Sul, em que é crescente a busca por mão de obra para a área tecnológica, dados da Federação das Indústrias apontam o crescimento de 146% no número de indústrias, saltando de 3.712 em 1990 para 9.125 até março deste ano.

“O Brasil passa por um momento econômico importante, com o mercado de trabalho em franca expansão, principalmente na área tecnológica. Os dados refletem a necessidade, cada vez mais freqüente, e a importância do trabalho dos profissionais das áreas tecnológicas, que são aqueles que transformam conhecimentos em produtos e processos,” garante Castro.

Ele ressalta ainda que discutir as profissões, o sistema profissional e o ensino da engenharia, arquitetura e agronomia, nada mais é que discutir o desenvolvimento do País. “É por meio da educação que chegamos ao crescimento econômico e social e, é por meio da tecnologia que somos levados ao desenvolvimento.”

Fonte: Assessoria de Comunicação do Crea-MS