Brasília, 31 de agosto de 2010.
A proposta sobre a criação de uma Comissão Especial de Assuntos da Mulher foi objeto de divergência entre os delegados que participavam do 7º Congresso Nacional de Profissionais (CNP), divididos em seis grupos. Ao final do evento, a proposta (nº 43), inserida no eixo temático que trata da Integração Profissional, foi aprovada em três grupos e rejeita em outros três. Dessa forma, deverá ser reapreciada na segunda etapa do CNP, que será realizada em novembro, na capital federal.
Debates nos grupos
Para a delegada Socorro Seabra, do Piauí, do grupo 3, a criação de uma comissão para tratar do assunto daria um caráter de continuidade às iniciativas nessa área, já que, segundo ela, o Grupo de Trabalho Mulher do Confea é iniciado e retomado do zero a cada ano. “Apenas 10% de profissionais do Sistema Confea/Crea é mulher. Uma comissão para tratar da valorização da mulher ajudaria no debate contínuo desse assunto”, disse. Para ela, no entanto, o nome da comissão deveria ser “equidade de gêneros” para buscar a luta conjunta entre homens e mulheres. No mesmo grupo, quem votou pela rejeição do texto argumentou que não se pode criar uma comissão para cada minoria. Para os delegados contrários à proposta, o Grupo de Trabalho do Confea é suficiente. A proposta foi rejeitada no grupo 3.
Mesmo sendo rejeitada pela maioria de seu grupo (nº 4), Mari Jane Brandão de Almeida, do Crea-AM, defende a proposição. “Precisamos trazer as mulheres para dentro do Sistema para que tenham direito à voz. Sabemos que muitas se sentem tímidas e a criação dessa comissão seria uma forma de participação. Tenho certeza de que não há mais espaço para o ‘Clube do Bolinha’”.
No grupo 6, por sua vez, a proposta foi acatada. Ela recebeu aprovação por um voto de diferença, 32 a 31, e registrou 8 abstenções. “A questão da existência da Comissão da Mulher é para discutir sobre a marginalidade da mulher no Brasil e no mundo. Cabe a nós vermos a questão da mulher profissional e da que mora no campo e não tem habilitação. Essas mulheres estão extremamente prejudicadas. São abandonadas”, registra Maria Higina do Crea –BA.
Assessoria de Comunicação do 7º CNP
A proposta sobre a criação de uma Comissão Especial de Assuntos da Mulher foi objeto de divergência entre os delegados que participavam do 7º Congresso Nacional de Profissionais (CNP), divididos em seis grupos. Ao final do evento, a proposta (nº 43), inserida no eixo temático que trata da Integração Profissional, foi aprovada em três grupos e rejeita em outros três. Dessa forma, deverá ser reapreciada na segunda etapa do CNP, que será realizada em novembro, na capital federal.
Debates nos grupos
Para a delegada Socorro Seabra, do Piauí, do grupo 3, a criação de uma comissão para tratar do assunto daria um caráter de continuidade às iniciativas nessa área, já que, segundo ela, o Grupo de Trabalho Mulher do Confea é iniciado e retomado do zero a cada ano. “Apenas 10% de profissionais do Sistema Confea/Crea é mulher. Uma comissão para tratar da valorização da mulher ajudaria no debate contínuo desse assunto”, disse. Para ela, no entanto, o nome da comissão deveria ser “equidade de gêneros” para buscar a luta conjunta entre homens e mulheres. No mesmo grupo, quem votou pela rejeição do texto argumentou que não se pode criar uma comissão para cada minoria. Para os delegados contrários à proposta, o Grupo de Trabalho do Confea é suficiente. A proposta foi rejeitada no grupo 3.
Mesmo sendo rejeitada pela maioria de seu grupo (nº 4), Mari Jane Brandão de Almeida, do Crea-AM, defende a proposição. “Precisamos trazer as mulheres para dentro do Sistema para que tenham direito à voz. Sabemos que muitas se sentem tímidas e a criação dessa comissão seria uma forma de participação. Tenho certeza de que não há mais espaço para o ‘Clube do Bolinha’”.
No grupo 6, por sua vez, a proposta foi acatada. Ela recebeu aprovação por um voto de diferença, 32 a 31, e registrou 8 abstenções. “A questão da existência da Comissão da Mulher é para discutir sobre a marginalidade da mulher no Brasil e no mundo. Cabe a nós vermos a questão da mulher profissional e da que mora no campo e não tem habilitação. Essas mulheres estão extremamente prejudicadas. São abandonadas”, registra Maria Higina do Crea –BA.
Assessoria de Comunicação do 7º CNP
