Brasília, 31 de agosto de 2010.
A proposta número 3 do 7º Congresso Nacional de Profissionais (CNP) visa viabilizar a participação de representantes do Sistema Confea/Crea no Conselho Nacional de Educação e nas Comissões que avaliam os processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos das áreas abrangidas pelo Sistema. A justificativa é evitar a proliferação de cursos com qualidades deficientes e apartados das necessidades do país.
Apesar da importância do tema, a proposta contou com opiniões divergentes durante as discussões. Antonio Roberto de Oliveira, engenheiro civil e professor da PUC-RJ, FOI contrário à proposição. Segundo ele, “a sociedade evolui e cabe à universidade criar o curso para atender a demanda”. Ao Sistema, diz taxativo, “cabe regulamentar”.
Por outro lado, Luiz Cruz Lima, geógrafo e ex-professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, defende a proposta: “Os cursos são criados sem se observar o que o mercado precisa e o Sistema Confea/Crea poderia influenciar positivamente nesse processo”.
Ao final dos trabalhos dos seis grupos em que foram divididos os delegados do 7º CNP, a proposta foi aprovada.
Assessoria de Comunicação do 7º CNP
A proposta número 3 do 7º Congresso Nacional de Profissionais (CNP) visa viabilizar a participação de representantes do Sistema Confea/Crea no Conselho Nacional de Educação e nas Comissões que avaliam os processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos das áreas abrangidas pelo Sistema. A justificativa é evitar a proliferação de cursos com qualidades deficientes e apartados das necessidades do país.
Apesar da importância do tema, a proposta contou com opiniões divergentes durante as discussões. Antonio Roberto de Oliveira, engenheiro civil e professor da PUC-RJ, FOI contrário à proposição. Segundo ele, “a sociedade evolui e cabe à universidade criar o curso para atender a demanda”. Ao Sistema, diz taxativo, “cabe regulamentar”.
Por outro lado, Luiz Cruz Lima, geógrafo e ex-professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, defende a proposta: “Os cursos são criados sem se observar o que o mercado precisa e o Sistema Confea/Crea poderia influenciar positivamente nesse processo”.
Ao final dos trabalhos dos seis grupos em que foram divididos os delegados do 7º CNP, a proposta foi aprovada.
Assessoria de Comunicação do 7º CNP
