Água para o Desenvolvimento é pauta na Expo Xangai 2010

Xangai, 08 de setembro de 2010.

O quarto módulo dos Seminários brasileiros na Expo Xangai 2010 começou hoje dia 08 de setembro. Pela manhã, o grupo visitou os pavilhões do Brasil, da Bélgica, da Alemanha, da Grécia e da Turquia. Durante a tarde, a tônica foi o seminário Água para o Desenvolvimento e, à noite, foram visitados os pavilhões da Itália, de Luxemburgo e da Espanha.

A delegação do Confea e do Crea/SP que participa do seminário foi recebida pelo diretor do pavilhão brasileiro, Pedro Wendler, que parabenizou o Confea por ser partícipe deste processo. “Entendo que a participação do Brasil neste momento é ímpar, pois hoje a China é o maior parceiro comercial do Brasil e a presença de engenheiros, arquitetos e agrônomos vem demonstrar que estamos nos preparando para assumirmos a Copa em 2014, as olimpíadas em 2016 e até a expo em 2020, pois aqui se apresentam as melhores práticas e os processos mais importantes de tecnologia”, afirmou.

O grupo, coordenado pelo diretor do Confea eng. Agr. Pedro Katayama, é composto pelos conselheiros federais José Clemerson Batista e Petrucio Ferro, presidente do Crea-MG; Gilson Queiroz, presidente da FENEA; Reinaldo Sababotto; a interlocutora Deng Xi Jeng e a assessora internacional do Confea, Carmem Eleonôra Amorim. Também participaram os delegados do Crea-SP, Antonio Roberto Martins, Ayrton Sintoni, Carlos Garcez,  Glauco Cortez e Mauricio Nosé.

Para Pedro Katayama o evento é um referencial para o mundo, pois uma exposição com a participação de mais de infinidade de países e empresas envolvendo as pessoas a pensarem uma cidade melhor, planejada para um mundo melhor, demonstra que as oportunidades passam pelos engenheiros e arquitetos que são uma grande da parcela dos responsáveis pelo desenvolvimento sustentado.

No primeiro dia de seminário as palestras enfocaram políticas de gerenciamento com conceitos, instrumentos, estratégias e perspectivas.

O secretário de desenvolvimento e políticas regionais do ministério de integração nacional, Henrique Villa, afirmou que o MIN prioriza o estímulo e apoio aos processos e oportunidades para o desenvolvimento regional em escalas múltiplas e com diferentes partes interessadas, onde a articulação de ações com o objetivo de promover uma melhor distribuição espacial das políticas públicas e investimentos no Brasil mostra que um novo olhar está sendo direcionado para propugnar mecanismos de desenvolvimento regional e com instrumentos que personalizem e abordem diferentes tipos de regiões do Brasil (tratamento diferente para diferentes territórios).

Ronald Hall, da União Europeia, enfatizou que desenvolver uma visão estratégica do que deve ser alcançado nos setores de desenvolvimento ou geografia é hoje o elemento primordial no debate que está em evolução na Europa. “O Tratado de Lisboa é a coesão econômica, social e territorial, sendo possível reforço da prioridade da cooperação territorial (financeiramente; ênfase adicional na macro-regiões) com ênfase crescente em temas territorial na Europa 2020: meio ambiente, alterações climáticas; fornecimento de energia e preço, a evolução demográfica e das migrações; etc”, afirmou.

Apresentadas estratégias utilizadas por projetos de desenvolvimento regional no Brasil pelo coordenador do programa no MIN, Marcos Miranda e dos arranjos locais de gema e jóias do Pará, por Aldine Sousa e Couro do Rio grande do Norte por Maria Aparecida Morais.

Assessoria de Comunicação do Confea
Com a colaboração da arq. e eng. Carmem Eleonôra Amorim Soares