Brasília, 28 de agosto de 2009.
Além de deter conhecimentos das áreas ambientais, de hidráulica, de hidrologia e outros conceitos abordados no curso de formação, o engenheiro sanitarista precisa ser talhado pelo interesse pelas tecnologias e metodologias da área, definem os dirigentes da Abes, que completam: gosto pela natureza; interesse por questões ambientais e sociais; capacidade de organização e de observação; visão de projeto; paciência; responsabilidade, ética, método, falar mais que um idioma e saber se expressar.
Especialidades e atuação
Captação, tratamento e distribuição de água – elaboração de projetos de captação dos recursos hídricos, com tecnologias e métodos de tratamento da água, além da fiscalização do tratamento e verificação da qualidade da água e de projetos de distribuição da água potável para a população, estabelecendo as melhores formas e métodos.
Gestão, coleta e tratamento de efluentes hídricos e atmosféricos – análise dos danos ambientais, estudo dos métodos de coleta e de tratamento de recursos hídricos contaminados ou poluídos.
Coleta e tratamento de resíduos sólidos urbanos e industriais – métodos de coleta e tratamento de resíduos sólidos, aplicação tecnologias na tentativa de eliminar do meio ambiente a poluição gerada pela urbanização e industrialização de grandes cidades.
Operação de sistemas de tratamento de água e efluentes – pesquisa sobre novos métodos. Avaliação de impactos ambientais – produção de relatórios de danos ambientais, causa e efeito, e busca de novas soluções. Planejamento dos recursos hídricos – planejamento e utilização dos recursos hídricos e elaboração de formas de economia de água. Manejo de bacias hidrográficas – elaboração de planos de exploração das bacias hidrográficas. Drenagem urbana e rural e Educação ambiental.
Matérias relacionadas:
Saneamento básico: serviço que preserva a vida
Engenharia Sanitária: definição e cursos
Memória: Francisco Saturnino de Brito, patrono entre os pioneiros
Maria Helena de Carvalho e Melissa Ornelas
Assessoria de Comunicação do Confea
Além de deter conhecimentos das áreas ambientais, de hidráulica, de hidrologia e outros conceitos abordados no curso de formação, o engenheiro sanitarista precisa ser talhado pelo interesse pelas tecnologias e metodologias da área, definem os dirigentes da Abes, que completam: gosto pela natureza; interesse por questões ambientais e sociais; capacidade de organização e de observação; visão de projeto; paciência; responsabilidade, ética, método, falar mais que um idioma e saber se expressar.
Especialidades e atuação
Captação, tratamento e distribuição de água – elaboração de projetos de captação dos recursos hídricos, com tecnologias e métodos de tratamento da água, além da fiscalização do tratamento e verificação da qualidade da água e de projetos de distribuição da água potável para a população, estabelecendo as melhores formas e métodos.
Gestão, coleta e tratamento de efluentes hídricos e atmosféricos – análise dos danos ambientais, estudo dos métodos de coleta e de tratamento de recursos hídricos contaminados ou poluídos.
Coleta e tratamento de resíduos sólidos urbanos e industriais – métodos de coleta e tratamento de resíduos sólidos, aplicação tecnologias na tentativa de eliminar do meio ambiente a poluição gerada pela urbanização e industrialização de grandes cidades.
Operação de sistemas de tratamento de água e efluentes – pesquisa sobre novos métodos. Avaliação de impactos ambientais – produção de relatórios de danos ambientais, causa e efeito, e busca de novas soluções. Planejamento dos recursos hídricos – planejamento e utilização dos recursos hídricos e elaboração de formas de economia de água. Manejo de bacias hidrográficas – elaboração de planos de exploração das bacias hidrográficas. Drenagem urbana e rural e Educação ambiental.
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