Brasília, 14 de maio de 2008
Sinônimo de segurança e qualidade, as normas técnicas são uma das principais ferramentas dos profissionais da área tecnológica. Facilitar o acesso e oferecer o produto por um preço 50% menor, é a principal razão do convênio assinado entre o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Em vigor o convênio oferece, para cerca de 800 mil profissionais reunidos pelo Sistema Confea/Crea, qualquer uma das 10 mil normas da ABNT que têm o preço determinado pelo tamanho, e custam em média R$ 25, sem o desconto.
O documento também dá acesso às normas do Mercosul e permite que o Sistema Confea/Crea indique profissionais para compor os comitês brasileiros ou organismos de normalização setorial.
Em entrevista ao programa de TV “Pensar o Brasil”, do Confea, que irá ao ar na próxima 3ª feira, às 20h30 pela Rede Vida, Carlos Amorim Jr., diretor de desenvolvimento e informação da ABNT, afirma que “o convênio tem tudo para dar certo” e que “é fundamental o envolvimento dos profissionais na elaboração de normas técnicas”.
Para alcançar os profissionais, mais de 600 pontos de consulta – 460 já instalados - em 27 Creas, nas 550 inspetorias, escritórios da Mútua, Caixa de Assistência e entidades nacionais, estão preparados para receber os interessados.
Amorim esclarece que, gestora das normas elaboradas pelos técnicos de cada profissão, a ABNT se divide em 60 comitês que se subdividem em cerca de 300 que produzem e atualizam as normas, caso da que trata de abalos sísmicos, atualizada há cerca de 2 anos quando o país começou a registrar tremores de terra em diversos pontos.
O diretor da ABNT lembra que embora o Brasil tenha a metade das normas técnicas de países desenvolvidos como o Japão e EUA e muito menos do que a China com 100 mil, as normas brasileiras são reconhecidas internacionalmente.
Maria Helena de Carvalho
da equipe de Comunicação do Confea
Sinônimo de segurança e qualidade, as normas técnicas são uma das principais ferramentas dos profissionais da área tecnológica. Facilitar o acesso e oferecer o produto por um preço 50% menor, é a principal razão do convênio assinado entre o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Em vigor o convênio oferece, para cerca de 800 mil profissionais reunidos pelo Sistema Confea/Crea, qualquer uma das 10 mil normas da ABNT que têm o preço determinado pelo tamanho, e custam em média R$ 25, sem o desconto.
O documento também dá acesso às normas do Mercosul e permite que o Sistema Confea/Crea indique profissionais para compor os comitês brasileiros ou organismos de normalização setorial.
Em entrevista ao programa de TV “Pensar o Brasil”, do Confea, que irá ao ar na próxima 3ª feira, às 20h30 pela Rede Vida, Carlos Amorim Jr., diretor de desenvolvimento e informação da ABNT, afirma que “o convênio tem tudo para dar certo” e que “é fundamental o envolvimento dos profissionais na elaboração de normas técnicas”.
Para alcançar os profissionais, mais de 600 pontos de consulta – 460 já instalados - em 27 Creas, nas 550 inspetorias, escritórios da Mútua, Caixa de Assistência e entidades nacionais, estão preparados para receber os interessados.
Amorim esclarece que, gestora das normas elaboradas pelos técnicos de cada profissão, a ABNT se divide em 60 comitês que se subdividem em cerca de 300 que produzem e atualizam as normas, caso da que trata de abalos sísmicos, atualizada há cerca de 2 anos quando o país começou a registrar tremores de terra em diversos pontos.
O diretor da ABNT lembra que embora o Brasil tenha a metade das normas técnicas de países desenvolvidos como o Japão e EUA e muito menos do que a China com 100 mil, as normas brasileiras são reconhecidas internacionalmente.
Maria Helena de Carvalho
da equipe de Comunicação do Confea
