Planejamento Estratégico 2009/14 reúne lideranças do Sistema Confea/Crea

Brasília, 15 de dezembro de 2008

O Planejamento Estratégico para o período 2009/14 reúne hoje e amanhã, em Brasília, representantes dos cinco fóruns, ou organizações, que compõem o Sistema Confea/Crea - Colégio de Presidentes, Colégio de Entidades Nacionais, Coordenadorias de Câmaras Especializadas, Confea e Mútua (Caixa de Assistência). Funcionários do Conselho Federal, sindicalistas, Creas Juniores e Cooperativas de Crédito Regionais, como a de Santa Catarina e de Minas Gerais, por exemplo, também estão representados no seminário que tem ainda a presença de convidados do MEC e da CNI.

Avançar o planejamento integrado dos fóruns do Sistema para médio e longo prazos, segundo o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo, “é essencial para que a instituição acompanhe a evolução da sociedade e se firme no compromisso com a excelência do exercício e atividade das profissões reunidas pelo Sistema”.

Ao abrir os trabalhos, Edison Macedo, da Apla (Assessoria de Planejamento), do Confea, que coordena o seminário, lembrou que durante todo o ano foram realizadas pré-oficinas, oficinas e encontros, encontros não presenciais, reunindo 123 lideranças do Sistema: “o processo democrático ouviu e considerou cada observação e sugestões enviadas”, disse.

O olhar para trás e o plantar a semente do futuro foram as duas sugestões deixadas pelos palestrantes que pela manhã falaram aos participantes do seminário. Elaine Marcial, especialista em cenários prospectivos, ensina que o que se projeta é o “ordinário, o comum. Não o inusitado. E que pensar o futuro não é tarefa fácil”.

Frederico Bussinger, engenheiro, atuante como um dos analistas e teóricos do Sistema, por sua vez, historiou o passado, analisou a realidade atual e trouxe uma reflexão provocada por uma especialista chinesa em ocupação de solo da ilha de Cingapura: “o planejado acontece”. “Simples assim”, observou Bussinger para quem, o Sistema deve responder a vários por quês - os econômicos, os sociais, legais, políticos, relacionais e até psicológicos – para saber porque não aconteceu o planejado, e porque o não planejado aconteceu.

Bussinger defende que se o planejamento estratégico for para daqui a 12 anos, por exemplo, “deve-se olhar para os 12 anos passados, e avaliar avanços e retrocessos e considerá-los ao planejar o futuro”.

Maria Helena de Carvalho
Equipe CGO/Confea