Planejamento Estratégico do Sistema é apresentado no IV Encontro de Lideranças

Brasília, 9 de fevereiro de 2009

“Umas das coisas mais importantes para uma organização que pensa no futuro é o planejamento estratégico. Se nós não fizemos, alguém fará para nós, por nós, ou pior, contra nós”, sentencia Vinicius Duarte (APLA), durante palestra realizada na tarde desta segunda-feira, no Encontro de Lideranças. Também participaram da discussão o consultor Alexandre Ayres e o assessor de Planejamento do Confea, Edison Macedo.

De acordo com os palestrantes, em 75 anos de Confea, a primeira vez que o Sistema se preocupou em buscar sua identidade e das suas organizações e, consequentemente, a adotar um planejamento de longo prazo foi em 2007. No início, houve a definição da identidade do Sistema e das organizações que fazem parte dele, assim como sua internalização. Em 2008, manteve-se a mesma forma de 2007. Já para 2009, houve redefinição dessa identidade, com planos, metas e objetivos ampliados, para serem seguidos e executados até 2014.

Para definição dos objetivos foram levados em consideração quatro eixos temáticos: formação profissional; exercício profissional; organização do Sistema e integração profissional e social, que foram trabalhados em pré-oficinas. Nelas, segundo Alexandre Ayres, era a hora de se perguntar: qual a situação atual e qual a situação que nós queremos? O segundo momento foi caracterizado pelas contribuições não-presenciais, pelo envio de materiais às lideranças. Nas oficinas foram definidas e atualizadas o conjunto de metas para cada organização em 2009. Em dezembro, houve o Seminário de Planejamento, em que um dos objetivos era validar e aperfeiçoar as metas-compromissos de cada organização integrante. E no Encontro de Lideranças, nos dias 12 e 13 de fevereiro, 58 grupos de trabalho vão traçar os planos de ação.

Metas 2009/2014

Cada organização já está com as suas metas pré-determinadas. O Confea, com cinco, o Colégio de Presidentes, com onze, as Coordenadorias Câmaras Especializadas, com nove, o Colégio de Entidades Nacionais, com doze, e a Mútua, com sete. Vinicius Duarte diz que as organizações que têm capacidade executiva, com superintendentes e gerentes, podem desdobrar suas metas para verificar a melhor forma de execução. Já as organizações que não contam com essa estrutura podem ser assessoradas pela equipe do Confea.

Aryana Aragão
Equipe de Comunicação do Confea