Vitória, 22 de abril de 2010.
O geólogo Luiz Robério Silva Ramos, gerente geral Unidade de Negócios de Exploração e Produção do Espírito Santo (UN-ES), da Petrobras, após a abertura solene da 2ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua (CP), na manhã desta quinta-feira (22), falou sobre a “A importância do pré-sal para o desenvolvimento do Espírito Santo e do Brasil”.
Na palestra, Robério apresentou os grandes projetos que serão implementados nos próximos cinco anos no Espírito Santo, além de explicar o que é o pré-sal e como essas descobertas já estão interferindo positivamente no mercado de trabalho e no desenvolvimento econômico do Brasil.
Segundo o geólogo, no contexto geopolítico, a demanda mundial cresce por petróleo. “Há uma previsão de que em 2020 haverá um déficit mundial de 60 milhões de barris/dia. O Brasil tem uma demanda da ordem de 38% na matriz energética nacional. Isso mostra que temos a necessidade de grandes descobertas para atendermos a nossa demanda. Nas grandes descobertas mundiais, as que têm sido encontradas no Brasil, com o pré-sal, são as mais significativas”, ressaltou Luiz Robério.
Sobre o Espírito Santo, o geólogo falou que a camada de sal é menor e que há vários campos com petróleo no pré-sal e no pós-sal. “No Brasil há uma área de 150 mil km2 para exploração do pré-sal. Aqui no estado são 10.500 km2 (do pré-sal), com 28% das áreas já concedidas (3.00km2). Com o conjunto de projetos daqui, passaremos de uma produção de 150 mil barris/dia, nos próximos cinco anos, para a produção de cerca de 400 a 500 mil barris/dia”.
O cenário produtivo no estado faz circular US$ 4 bilhões em contratações de bens e serviços. “Esperamos que a expansão dos recursos, e sua aplicação, sejam feitas também para a sociedade”, finalizou Robério.
Durante o debate, o presidente Marcos Túlio perguntou ao palestrante como está a visão da Petrobras sobre o desafio de produção de energia limpa e de novas fontes de energia, como os biocombustíveis, já que as reservas mundiais de Petróleo não serão suficientes para atender a demanda por energia. Luiz Robério afirmou que a empresa investe em pesquisas para novas tecnologias. “Estamos com várias ações, especialmente com a produção de energias alternativas”, ressaltou.
O presidente do Crea-ES, Luis Fiorotti, demonstrou preocupação com o aspecto social de toda essa discussão sobre a nova riqueza do pré-sal. “Quero saber como ficam os investimentos da Petrobras na geração de emprego e renda. Quais os investimentos sociais que a Petrobras vem fazendo no estado, na medida em que isso poderia ser colocado como contrapartida para o desenvolvimento econômico do Espírito Santo”. Luiz Robério foi enfático ao afirmar que a empresa investe US$ 3,5 bilhões por ano e, dentro desse montante, tem uma parcela para o desenvolvimento social, com a destinação de recursos para projetos no estado.
A reunião do Colégio de Presidentes (CP), que acontece em Vitória até o sábado (24), reúne os 27 presidentes do Creas, do Confea e da Mútua.
Ondine Bezerra
Assessoria de Comunicação do Confea
O geólogo Luiz Robério Silva Ramos, gerente geral Unidade de Negócios de Exploração e Produção do Espírito Santo (UN-ES), da Petrobras, após a abertura solene da 2ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua (CP), na manhã desta quinta-feira (22), falou sobre a “A importância do pré-sal para o desenvolvimento do Espírito Santo e do Brasil”.
Na palestra, Robério apresentou os grandes projetos que serão implementados nos próximos cinco anos no Espírito Santo, além de explicar o que é o pré-sal e como essas descobertas já estão interferindo positivamente no mercado de trabalho e no desenvolvimento econômico do Brasil.
Segundo o geólogo, no contexto geopolítico, a demanda mundial cresce por petróleo. “Há uma previsão de que em 2020 haverá um déficit mundial de 60 milhões de barris/dia. O Brasil tem uma demanda da ordem de 38% na matriz energética nacional. Isso mostra que temos a necessidade de grandes descobertas para atendermos a nossa demanda. Nas grandes descobertas mundiais, as que têm sido encontradas no Brasil, com o pré-sal, são as mais significativas”, ressaltou Luiz Robério.
Sobre o Espírito Santo, o geólogo falou que a camada de sal é menor e que há vários campos com petróleo no pré-sal e no pós-sal. “No Brasil há uma área de 150 mil km2 para exploração do pré-sal. Aqui no estado são 10.500 km2 (do pré-sal), com 28% das áreas já concedidas (3.00km2). Com o conjunto de projetos daqui, passaremos de uma produção de 150 mil barris/dia, nos próximos cinco anos, para a produção de cerca de 400 a 500 mil barris/dia”.
O cenário produtivo no estado faz circular US$ 4 bilhões em contratações de bens e serviços. “Esperamos que a expansão dos recursos, e sua aplicação, sejam feitas também para a sociedade”, finalizou Robério.
Durante o debate, o presidente Marcos Túlio perguntou ao palestrante como está a visão da Petrobras sobre o desafio de produção de energia limpa e de novas fontes de energia, como os biocombustíveis, já que as reservas mundiais de Petróleo não serão suficientes para atender a demanda por energia. Luiz Robério afirmou que a empresa investe em pesquisas para novas tecnologias. “Estamos com várias ações, especialmente com a produção de energias alternativas”, ressaltou.
O presidente do Crea-ES, Luis Fiorotti, demonstrou preocupação com o aspecto social de toda essa discussão sobre a nova riqueza do pré-sal. “Quero saber como ficam os investimentos da Petrobras na geração de emprego e renda. Quais os investimentos sociais que a Petrobras vem fazendo no estado, na medida em que isso poderia ser colocado como contrapartida para o desenvolvimento econômico do Espírito Santo”. Luiz Robério foi enfático ao afirmar que a empresa investe US$ 3,5 bilhões por ano e, dentro desse montante, tem uma parcela para o desenvolvimento social, com a destinação de recursos para projetos no estado.
A reunião do Colégio de Presidentes (CP), que acontece em Vitória até o sábado (24), reúne os 27 presidentes do Creas, do Confea e da Mútua.
Ondine Bezerra
Assessoria de Comunicação do Confea
