Presidente do Confea participa da abertura do XXV Simpósio da Indústria Açucareira em Alagoas

Maceió, 10 de julho de 2008.

Começou no dia 07, segunda-feira, no Centro de Convenções de Maceió e prossegue até sábado, o XXV Simpósio da Indústria da Cana-de-Açúcar de Alagoas. Agregado ao Simpósio ocorre a 5ª Fersucro  Feira Sucroalcooleira, já considerada o maior evento do setor Norte/Nordeste brasileiro, com exposição de 135 estandes e participação de 140 empresas cuja rodada de negócios  poderão injetar na economia do estado e no setor produtivo mais de R$ 15 milhões.

Os eventos estão sendo patrocinados por várias entidades ligadas à indústria canavieira como a STAB/Leste  Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil, a empresa multinacional Du Pont, que participa pela quarta vez da Fersucro, a Universidade Federal de Alagoas, a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas e os sindicatos do setor sucroalcooleiro.

O engenheiro civil Marcos Túlio de Melo, presidente do Confea, estava à mesa de abertura dos trabalhos e  usou da palavra para convidar os técnicos e a platéia, que lotavam o auditório, para participar da 65ª SOEAA e da WEC-2008, em dezembro. Fez algumas reflexões sobre as novas formas de energia provenientes da cana-de-açúcar e ressaltou que a indústria canavieira poderá  resolver os desafios brasileiros na produção energética não só para poder dar sustentabilidade para o desenvolvimento local, mas, também, uma grande oportunidade de poder oferecer alternativas ao desenvolvimento mundial.

Ao cumprimentar todas as empresas e técnicos do setor, salientou que o Brasil, há mais de 30 anos, já vinha dominando a tecnologia do biocombustível etanol. "E no momento da crise do petróleo foi construindo uma grande alternativa que chegou a substituir a maior frota de veículos no mundo para uso do etanol", lembrou. Túlio disse que o Brasil dominou, também, toda a tecnologia de fabricar motores para o combustível etanol o que nos levou a um domínio que precisa ser preservado.

"Precisamos ter a consciência de investir em inovação e pesquisas tecnológicas. E nessa integração do setor produtivo com as universidades brasileiras poderemos manter e ampliar esse domínio tecnológico", concluiu.

Por Eanes Melo
Assessoria de Comunicação do Crea-AL