Cuiabá, 24 de agosto de 2010.
Autonomia econômica e igualdade. Este é o principal eixo do Programa Pró-Equidade de Gênero, apresentado durante o 7º Fórum da Mulher desta segunda-feira, dia 23. Criado pelo governo federal, o programa tem a finalidade de desenvolver ações de gestão de pessoas e culturas organizacionais sob a ótica de gênero. Um dos itens do programa é o selo pró-equidade fornecido às empresas e instituições públicas que cumprem esta política em seu planejamento estratégico e cotidiano profissional.
“O selo representa o compromisso das instituições com a promoção de práticas pró-equidade. Hoje, temos 71 organizações cadastradas no programa, sendo que cerca de 57% do total dos profissionais são homens e 43% mulheres. Dessas, 80% se declaram brancas, enquanto 17,3% negras”, citou a socióloga e representante da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eunice Léa. Com o apoio da Organização Internacional do Trabalho no Brasil (OIT) e do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), a primeira edição do programa foi em 2005 e avançou consideravelmente desde então.
De acordo com Eunice, as ações foram ampliadas e algumas delas são: inserção do programa no planejamento estratégico; produção de material para formação; atualização de perfil social; implantação de licença-maternidade ampliada; enfrentamento de assédio moral, sexual e outras formas de violência; inauguração de salas de coleta de leite materno, entre outras.
Camila Marins
Assessoria de Comunicação da Fisenge
Autonomia econômica e igualdade. Este é o principal eixo do Programa Pró-Equidade de Gênero, apresentado durante o 7º Fórum da Mulher desta segunda-feira, dia 23. Criado pelo governo federal, o programa tem a finalidade de desenvolver ações de gestão de pessoas e culturas organizacionais sob a ótica de gênero. Um dos itens do programa é o selo pró-equidade fornecido às empresas e instituições públicas que cumprem esta política em seu planejamento estratégico e cotidiano profissional.
“O selo representa o compromisso das instituições com a promoção de práticas pró-equidade. Hoje, temos 71 organizações cadastradas no programa, sendo que cerca de 57% do total dos profissionais são homens e 43% mulheres. Dessas, 80% se declaram brancas, enquanto 17,3% negras”, citou a socióloga e representante da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eunice Léa. Com o apoio da Organização Internacional do Trabalho no Brasil (OIT) e do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), a primeira edição do programa foi em 2005 e avançou consideravelmente desde então.
De acordo com Eunice, as ações foram ampliadas e algumas delas são: inserção do programa no planejamento estratégico; produção de material para formação; atualização de perfil social; implantação de licença-maternidade ampliada; enfrentamento de assédio moral, sexual e outras formas de violência; inauguração de salas de coleta de leite materno, entre outras.
Camila Marins
Assessoria de Comunicação da Fisenge
